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sábado, 9 de janeiro de 2010

Aquecimento global extinguiu rãs da Costa Rica

Uma extinção em massa ocorrida nas montanhas da Costa Rica, há 21 anos, fez desaparecer dois terços das 110 espécies de rãs do gênero Atelopus.
Sabia-se que a causa direta desse desequilíbrio ecológico havia sido o ataque de um fungo, o Batrachochytrium dendrobatidis. Mas, mesmo com a correlação estabelecida, sempre houve uma dúvida. Por que os fungos conseguiram tanto sucesso em sua estratégia de ataque aos anfíbios costarriquenhos? 
O responsável por esse desequilíbrio é o homem. As alterações de temperatura nas altitudes entre 1 mil e 2,4 mil metros, provocadas pelo aquecimento global, facilitaram o ataque dos fungos. 
O clima mais quente ou seco – os dados mostram que houve uma diminuição entre as temperaturas máximas e mínimas -causou maior estresse sobre os anfíbios, que teriam ficado mais suscetíveis a doenças.
O outro fato é que os dias mais quentes também beneficiaram os fungos apenas naquelas altitudes, onde as temperaturas costumam ser mais baixas. Ou seja, os fungos encontraram um clima altamente favorável. Nas terras baixas e nos desertos estava muito quente. Em altitudes maiores, frio intenso.
Para correlacionar o fenômeno regional com as mudanças globais, os pesquisadores utilizaram dados de perda de calor entre a superfície do oceano e a atmosfera. Ao usarem testes estatísticos para ligar um fenômeno ao outro, conseguiram um alto índice de confidência, 99%.
“Essa forte sinergia entre transmissão do patógeno e mudanças climáticas pode ser vista também como preocupante para a saúde humana”, escreveu Andrew Blaustein, da Universidade do Estado de Oregon, Estados Unidos, em comentário na revista Nature.

“As rãs estão emitindo um sinal de alarme para todos, indicando que devemos nos preocupar com o futuro da biodiversidade e com a proteção do maior de todos os recursos que está ao alcance de todos: a atmosfera”, disse Blaustein.
O artigo Widespread amphibian extinctions from epidemic disease driven by global Warming pode ser lido, por assinantes, no endereço www.nature.com.
(Agência FAPESP)



Curiosidades

A Costa Rica é conhecida por contar com belas paisagens e também por ter nestas paisagens algumas das mais raras espécies de animais do mundo.
Uma destas espécies é a rã que mia.
Em 2008 uma expedição de cientistas ingleses da Universidade de Manchester e do Zoológico de Chester, explorou uma densa floresta tropical localizada em um centro de pesquisa que reúne mais de 50 espécies de anfíbios. 
Rebecca Morelle repórter da BBC acompanhou a expedição. 
A area explorada de 45 hectares é povoada por animais dos mais variados tipos e tamanhos,com uma variação incrível de cores e foi criada por Brian Kubicki em 2002.
Outra espécie rara é a rã flecha venenosa.O veneno pode matar animais e afetar humanos. Se atingir os olhos, o líquido pode causar cegueira temporária.


Na expedição de foram encontradas Isthmohyla rivularis , uma espécie de rã extremamente rara, que se pensava estar extinta há 20 anos, foi hoje anunciado.Pensava-se que esta pequena rã estava extinta até que, no ano passado, Andrew Gray, investigador da Universidade de Manchester, encontrou e fotografou um macho. Mas a descoberta de uma fêmea, com 2,5 centímetros comprimento, e de mais machos sugere que esta espécie se está a reproduzir e é capaz de sobreviver numa região onde uma doença causada por um fungo está a ameaçar muitas outras espécies. A rã, libertada depois da descoberta, na floresta tropical de Monteverde, era castanha com manchas de verde metálico e tinha ovos.Esta descoberta “foi o ponto alto da minha carreira”, confessou este herpetólogo à BBC online. Segundo os biólogos, encontrar fêmeas é muito complicado porque, ao contrário dos machos, estão silenciosas a maior parte do tempo. “A única forma de encontrarmos uma fêmea é por acaso. Temos de estar no sítio certo, na altura exata”

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Acredite se quiser......Maconha na medicina

 Nossa meta aqui neste blog é informar,alguns podem até não gostar de algumas noticias,mas temos a obrigação de passar-las mesmo assim.
Que fique claro que tudo aqui expresso é de origem cientifica sem qualquer apologia,até porque isso cabe aos médicos em outras partes do mundo onde a droga é usada para fins medicinais.
Lembrando que recentemente a rede Record de Televisão fez uma matéria sobre o assunto.
Além da Record o uso medicinal ja foi matéria de Fantástico na Rede Globo.

Em resposta à pressão pública para a aprovação do uso medicinal da maconha, o órgão responsável pelo controle de medicamentos dos Estados Unidos (the Office of National Drug Control Policy, Washington,DC) patrocinou um estudo realizado pelo Institute of Medicine, que teve como autores o Dr. Stanley J. Watson, o Dr. John A. Benson e a Dra. Janet E. Joy.

Este tinha como objetivo avaliar as evidências científicas dos benefícios e dos riscos do uso da maconha na medicina. Baseou-se em conhecimentos científicos e populares e foi validado por especialistas no assunto. O estudo foi publicado na revista Archives of General Psychiatry de junho de 2000.

A principal finalidade deste estudo foi determinar o que é verdadeiro e o que é falso a respeito do efeito terapêutico da maconha. Ele consiste em uma revisão sobre os mecanismos e locais de ação da droga, bem como, a eficácia e falhas de seu uso medicinal. Inclui também uma análise dos efeitos crônicos e agudos da maconha, sendo comparados os seus efeitos adversos com os de outras drogas já padronizadas.

A biologia da maconha

O conhecimento a respeito da neurobiologia da maconha vem mudando dramaticamente na última década. Foram descobertos dois tipos de receptores (estruturas orgânicas que se ligam aos componentes químicos da maconha e permitem sua ação dentro das células), que receberam o nome de CB1 e CB2, estes se localizam principalmente no cérebro e nas células do sistema imune.

Dentro do cérebro, estes receptores estão concentrados no sistema límbico, no córtex cerebral, no sistema motor e no hipocampo. Essas localizações explicam, em parte, os sintomas provocados pela maconha, como as alterações do estado mental, as mudanças de humor e as alterações da coordenação motora.

Seus efeitos sobre o sistema imune ainda não são bem conhecidos.

O papel da maconha na dor

Evidências de pesquisas em animais e em homens indicam que a maconha pode produzir um efeito analgésico importante. Porém, mais estudos devem ser feitos para estabelecer a magnitude e a duração deste efeito, nas diversas condições clínicas. Os pacientes que poderiam ser beneficiados com o uso dessa droga seriam aqueles em uso de quimioterapia, em pós-operatório, com trauma raquimedular (lesão da coluna vertebral com acometimento da medula), com neuropatia periférica, em fase pós-infarto cerebral, com AIDS, ou com qualquer outra condição clínica associada a um quadro importante de dor crônica.

Quimioterapia induzindo náuseas e vômitos

Muitos oncologistas e pacientes defendem o uso da maconha, ou do THC (seu principal componente já estudado) como agente antiemético. Mas quando comparada com outros agentes, a maconha tem um efeito menor do que as drogas já existentes. Contudo, seus efeitos podem ser aumentados quando associados com outros antieméticos. Dessa maneira, o uso da cannabis na quimioterapia pode ser eficiente em pacientes com náuseas e vômitos não controlados com outros medicamentos.

Desnutrição e estimulação do apetite

Os estudos sobre os efeitos da maconha sugerem que esta droga pode ser importante no tratamento da desnutrição e da perda do apetite em pacientes com AIDS ou câncer. Mas outros medicamentos são mais efetivos do que a maconha, portanto, os autores recomendam pesquisas mais aprofundadas para avaliar a ação da maconha nesses pacientes.

Espasmo Muscular

Como já foi dito anteriormente, a maconha afeta o movimento, e estudos tem demonstrado que ela pode ajudar no controle do espasmo muscular (encontrado na esclerose múltipla ou no traumatismo raquimedular).

Mas as pesquisas que avaliaram essa capacidade da maconha devem ser analisadas com cuidado, uma vez que, outros sintomas associados a estas doenças, como a ansiedade, podem aumentar os espasmos, e nesse caso, a maconha poderia ter sua ação diminuindo a ansiedade e não controlando o espasmo propriamente dito. Por isso, os autores acreditam que mais estudos devem ser realizados para se confirmar esse efeito da maconha.

Movimentos desordenados

Estudos em animais demonstram que o uso da maconha pode estimular os movimentos em doses baixas e pode inibí-los em doses altas. Esta característica pode ser importante para o desenvolvimento de tratamentos para as desordens motoras na doença de Parkinson. Os autores acreditam que novos estudos devem ser feitos para avaliar a quantidade exata da droga que pode ser eficiente no tratamento dessa condição.

Epilepsia

O principal objetivo do tratamento da epilepsia é impedir completamente as crises. Os estudos a esse respeito ainda estão se iniciando, e muitas vezes as crises não foram inibidas com o uso da maconha, portanto, os autores acreditam que pesquisas com pessoas ainda não devem ser indicadas.

Glaucoma

Apesar do glaucoma ser uma das indicações mais citadas para o uso da maconha, os dados existentes não suportam esta indicação. A pressão alta intra-ocular é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma e a maconha poderia agir diminuindo esta pressão. Mas esse efeito é de curta duração e só é conseguido com altas doses da droga. Como as altas doses provocam muitos efeitos indesejáveis e as medicações já existentes são bastante efetivas e com efeitos colaterais mínimos, os autores acreditam que o uso da cannabis nessa condição ainda não está indicado.

Efeitos adversos

Os efeitos adversos da cannabis podem ser divididos em duas categorias: os efeitos do hábito de fumar crônico e os efeitos do THC. O fumo crônico da maconha provoca alterações das células do trato respiratório, e aumentam a incidência de câncer de pulmão entre os usuários. Os efeitos associados ao longo tempo de exposição ao THC são a dependência dos efeitos psicoativos e a síndrome de abstinência com a cessação do uso. Os sintomas da síndrome de abstinência incluem agitação, insônia, irritabilidade, náusea e cãibras.

Alguns autores sugerem que a maconha é uma porta de entrada para outras drogas ilícitas. Mas ainda não existem estudos científicos que comprovem essa hipótese. E outras drogas como o tabaco e o álcool, na verdade, são as primeiras drogas a serem usadas antes da maconha.

Conclusão

Resumindo, os dados indicam um efeito terapêutico modesto, particularmente, no controle da dor, alívio de náuseas e vômitos, e estimulação do apetite. Seus efeitos foram melhores estabelecidos para o THC. Mas a maconha possui vários outros componentes que não tem seus efeitos estudados, e que podem trazer muitos riscos.

Os dados atuais não afastam e nem dão suporte para a hipótese de que o uso medicinal da maconha poderia aumentar o uso ilícito dessa droga. Ao final do estudo os autores concluíram que o futuro do uso terapêutico da maconha está associado com o desenvolvimento de substâncias puras, e não com o fumo da mesma.

Fonte: Arch Gen Psychiatry 2000;57:547-552 – Vol.57 No. 6, june 2000.


Curiosidade
Na foto Perry Belcher professor e o dono da escola Nick Tennant.


O mais novo curso do mercado vale US$ 485 (R$ 840) e dura seis semanas. Por esse valor, pode-se aprender a cultivar, plantar e comercializar Cannabis sativa, a planta da qual se extrai a maconha. Idealizada pelo estudante americano Nick Tennant, de 24 anos, a The Med Grow Cannabis College (Faculdade de Maconha para Uso Medicinal) funciona em Southfield, no estado de Michigan.
Segundo  Tennant, a ideia é passar ao alunos todos os conceitos que envolvem o uso e comércio da planta – apenas para fins medicinais, como indica o nome da escola.
Mesmo assim, os estudantes poderão ter aulas práticas para ver como tudo funciona? Não, avisa o fundador da escola. Tentando conter a animação da moçada, o mestre explicou ao jornal Flint News:
- O estado de Michigan precisa de especialistas em maconha para uso medicinal. Ela pode incentivar a economia e gerar milhares de empregos. É que a legislação estadual permite que se fume a erva com receita médica.
Tennant diz que a maconha pode ser consumida na forma de biscoitos, chocolate e geleias – e que seu curso ensinará também a receita desses quitutes.
Cerca de 5.800 pessoas têm receita médica para usar maconha.
O curso mais alto astral do Estado quer, de acordo com seu mestre, abrir o mercado para atender a esses pacientes.
- Não tem gente suficiente em Michigan que sabe cultivar e cuidar das plantas de maconha. Muitos pacientes acabam comprando no mercado ilegal mesmo.
A escola já registrou 150 alunos. Um dos professores, Perry Belcher, é colega de Tennant na residência do curso de Medicina da universidade do estado e o ajudou a montar a escola. Belcher ensinará a disciplina História da Maconha. Ele tem certificado médico para ser usuário.
Para abrir a escola, Tennant vendeu um carro e pediu um empréstimo generoso dos pais. Pelo jeito não faltará recurso para ele pagar a dívida – ainda que a escola não possa fazer propaganda na TV ou em revistas e jornais. A divulgação boca a boca estará garantida.
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Os pais no reino animal...Uma lição de amor e dedicação.

 Férias de verão?
Que nada é justamente nesta época que alguns pais do reino animal mais trabalham para dar uma dieta balanceado aos seus pupilos.
Cegonha Branca


Ela precisa voar constantemente aos lagos próximos ao ninho para pegar rãs,peixinhos,lagartos e gafanhotos e outros insetos para alimentar seus filhotes.
Isso tudo tendo em vista alguns reparos no ninho para acomoda-los melhor.
Ambos pais e mães fazem este trajeto várias vezes ao dia,pois as pequenas cegonhas comem quantidades enormes de comida.
Durante as primeiras semanas,elas podem consumir por dia metade do seu peso e mesmo depois de aprenderem a voar ficam dependentes dos pais por várias semanas.

Guepardo


Na familia dos guepardos no geral é a mãe que cuida dos filhotes.
Alimentar uma ninhada de três a cinco filhotes exige que a mãe esteja sempre bem alimentada,por isso ela sai quase todos os dias para caçar e nem sempre esta tarefa é bem sucedida.
Além disso ela precisa mudar de poucos em poucos dias sua prole de toca,para despistar leões que estão sempre a procura de filhotes indefesos.Quando eles atingem sete meses de idade a mãe começa a treina-los para caçarem sozinhos,um processo demorado que leva cerca de um ano ou mais.Esse é mais ou menos o tempo que os filhotes ficam dependentes da mãe.

Mergulhão Pequeno


Os mergulhões e seus filhotes são praticamente inseparáveis.
Assim que saem do ovo eles abandonam o ninho flutuante e vão para o conforto das costas dos pais,eles sobem ali e se acomodam entre a asa e as penas dorsais ficando protegidos e aquecidos enquanto o pai e a mãe nadam,tarefa em que os pais revezam enquanto mergulham para encontrar alimento.
Este vinculo com os pais dura muito tempo.

Martim pescador comum


Os martins-pescadores t~em de ser eficientes e seletivos ao apanhar peixe para seus filhotinhos.
Ornitologistas descobriram que ambos os pais alimentam os recém-nascidos com pequenos peixes que medem menos de dois centímetros de comprimento.
O pai ou a mãe cuidadosamente carrega no bico o peixe com a cabeça virada para fora o que facilita o engolir dos famintos filhotinhos.O tamanho dos peixes vai aumentando conforme o crescimento dos filhotes o que aumenta também a frequência destas alimentações.
No começo cada passarinho é alimentado a cada 45 minutos,a partir do 18º dia este tempo é de 15 minutos.
E quem disse que os Martins pescadores param após a cria estar pronta se engana eles começam tudo novamente numa segunda ninhada durante o mesmo verão...
O mundo animal é mesmo de tirar o fôlego e por que  não de tirar o chapéu?
Papais e mamães dispostos a tudo o tempo todo para proteger e alimentar suas crias...Instinto?
Não.....Amor
Se você gostou da matéria de a sua opinião...logo logo mais pais aqui no reino dos bichos.....
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Camaleão



Camaleão é o nome dado a todos os animais pertencentes à família Chamaeleonidae, uma das mais conhecidas famílias de lagartos. Há cerca de 80 espécies de camaleões, a maior parte delas na África, ao sul do Saara, estando também presentes em Portugal e em Espanha. Os camaleões distinguem-se de outros lagartos pela habilidade de algumas espécies em trocar de cor, por sua língua rápida e alongada, por seus olhos, que podem ser movidos independentemente um do outro, tendo alguns membros da família cauda preênsil. A família teve origem há mais de 100 milhões de anos, quando se separou da família Agamidae, de acordo com o registo fóssil.

Este belíssimo  animal é um réptil conhecido por mudar a sua cor para se adaptar a um ambiente ou a uma situação. Esta estratégia o ajuda a se proteger de potenciais predadores e passar desapercebido por eles. 

Além desta característica, possui a capacidade de movimentar os dois olhos independentemente e também de enrolar a cauda para se agarrar.


Por isso, sobe com facilidade em árvores e corre rápido no chão. É um bom mergulhador e também nada bem, podendo ficar submerso por longo tempo. Caso se sinta acuado, foge ou defende-se com dentadas e chicoteando com a cauda.


De hábitos diurnos, costuma ao amanhecer colocar-se ao sol para caçar todo o tipo de insetos, como gafanhotos e outros artrópodes.

O Camaleão é se alimenta de grandes quantidades de folhas verdes, e de frutos. Ingere também insetos.

Habita do México ao Brasil Central. Aqui, vive na Floresta Amazônica, nas matas de galeria dos cerrados e nas caatingas.

No período reprodutivo, os machos descem dos arbustos para encontrar uma companheira. É uma espécie ovípara, e as posturas variam entre 30 e 40 ovos, que são depositados no solo.

A incubação é longa, dura de 8 a 9 meses. Ele atinge a maturidade sexual em um ano e pode viver de 4 a 5 anos. Chega a medir um metro de comprimento.

É um lagarto imponente, com uma bela crista que vai da nuca até a cauda e aparece também no papo. Os machos, normalmente, são mais coloridos e com ornamentações mais proeminentes na cabeça.


Tanto o macho quanto a fêmea são agressivos. Acredita-se que os indivíduos que vivem nos setores Mediterrâneos europeus derivem de exemplares introduzidos pelo homem em épocas remotas. 


Curiosidade

Na simbologia africana, o camaleão é um animal sagrado, visto como o criador dos primeiros homens. Nunca é morto, e quando é encontrado no caminho, tiram-no com precaução, por medo do trovão e do relâmpago.


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Invasão de Caranguejos,uma festa da Natureza

Austrália

Tricia Ho, guarda-florestal na ilha Christmas, disse que os filhotes de caranguejos estão emergindo aos poucos e logo deverão começar o caminho para as florestas.
Migração anual de mais de cem milhões de caranguejos fechou estradas e transformou as ruas da Ilha Christmas, na Austrália, em tapetes vermelhos.
A migração começa entre os meses de novembro a janeiro, dependendo da chuva. Esse ano, devido ao atraso da estação úmida, houve apenas uma desova, no meio de dezembro.
A migração é tão intensa que ruas e estradas são fechadas na ilha, para impedir que os crustáceos sejam esmagados e pontes de plástico são instaladas.
Cerca de 120 milhões de caranguejos, segundo o Parque Nacional da ilha Christmas migram das florestas para o mar, para a reprodução e desova.
A migração começa entre os meses de novembro a janeiro, dependendo da chuva. Esse ano, devido ao atraso da estação úmida, houve apenas uma desova, no meio de dezembro.

O pequeno pedaço de terra no Oceano Índico foi descoberto e nomeado Ilha Christmas por um capitão britânico, que passava pela região no dia de Natal em 1643.
O local é conhecido como a “Galápagos do Oceano Índico”, devido à sua grande biodiversidade, comparável à do arquipélago que fica no Oceano Pacífico.
A Ilha Christmas é um paraíso para pássaros e 14 espécies de caranguejos, incluindo o maior invertebrado no mundo, o caranguejo coco.
Dois terços da ilha formam um parque nacional, atraindo 1,5 mil visitantes por ano, principalmente mergulhadores e observadores de pássaros e caranguejos.
Apesar de fazer parte do território australiano, a ilha está a apenas 370 quilômetros da costa sul da Indonésia e a maioria de sua população pertence às etnias chinesa e malaia.

Fonte BBC Brasil
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Medidas ambientais para a copa do mundo na Africa e no Brasil...

Não é a primeira vez que os organizadores de uma Copa do Mundo se preocupam com a questão ambiental. Na Alemanha, o Comitê Organizador local, o Ministério do Meio Ambiente e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), da ONU, estabeleceram um compromisso.
Batizado de Gol Verde (Green Goal), foi idealizado para medir e compensar o impacto ambiental gerado pela Copa ao custo de 1,2 bilhão de euros, com iniciativas capazes de:
* promover o uso responsável da água, com a utilização de águas pluviais e a instalação de mictórios secos nos estádios;
* o reaproveitamento e a reciclagem de materiais, com a utilização de copos retornáveis e coleta seletiva de lixo nos estádios;
* o transporte favorável ao meio ambiente, com planejamento público inteligente e incentivo à utilização de meios coletivos;
*o uso eficiente de energia, com o desenvolvimento de sistemas de gerenciamento e a utilização de energia solar nos estádios.
Entretanto, na Alemanha, foi neutralizado apenas o equivalente a 100.000 toneladas de CO2.
A discrepância se explica porque na Alemanha não foram consideradas as emissões geradas pelas viagens de avião, que no caso da África do Sul, distante dos grandes centros mundiais, correspondem a 67% das estimativas. E as distâncias entre as sedes não eram tão grandes, o que permitia que raramente se voasse múltiplas vezes internamente, pois havia meios de transporte mais limpos, como os trens de alta velocidade.

Em 2014, o torcedor que quiser assistir a jogos em Porto Alegre e Manaus, as duas sedes mais distantes, fará uma escala em Brasília, pois não há vôo direto - e causará mais do que o dobro de emissões de CO2 que seria emitido por quem voasse entre as duas sedes mais distantes em 2010, Cidade do Cabo e Nelspruit.
O custo total para neutralizar as emissões na África do Sul ficará em torno de R$ 66 milhões.
Esse valor, que será ainda maior no Brasil, não assusta se comparado com o volume de recursos relacionados ao evento.
No Brasil, segundo informações obtidas junto aos governos estaduais e prefeituras das 12 cidades-sede (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), estima-se em pelo menos R$ 79,4 bilhões.
O Brasil se prepara para a Copa de 2014 e uma série de intervenções são necessárias para que o país viabilize o evento e potencialize seu legado.
É fundamental que haja uma estratégia de manejo ambiental integrada desde já aos processos de preparação.
Os desafios que o país deve enfrentar não se resumem aos investimentos em estádios e infraestrutura hoteleira e de transportes. O legado da Copa deve contribuir para melhorar a vida dos brasileiros, e a questão ambiental deve ser uma prioridade. 

É preciso reforçar a mensagem da África do Sul: "Esporte e meio ambiente caminham de mãos dadas."
PEDRO TRENGROUSE é consultor da ONU/Pnud para a Copa 2014. Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas em Copenhague e toda a sociedade civil esperava uma postura mais firme dos seus líderes, o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul divulgou um estudo, realizado em parceria com o governo da Noruega, para neutralizar o impacto ambiental do evento, estimado em 2.753.250 toneladas de CO2. 

Fonte:O Globo
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Doença ameaça extinguir Diabo da Tasmânia.....



Uma equipe internacional de cientistas descobriu a origem do câncer que ameaça extinguir os diabos da Tasmânia, animal popularizado pela personagem “Taz” dos Looney Tunes, dentro de 25 a 35 anos, segundo um estudo publicado na revista “Science”.
De acordo com pesquisas o cancro que, desde 1990, vem dizimando a população desta espécie de mamífero marsupial (Sarcophilus harrisii) tem origem num tipo específico de células. A doença caracteriza-se por tumores no focinho que se podem espalhar para os órgãos internos. É transmitida de animal para animal através das dentadas ou outro contacto físico.

Agora, os cientistas da Universidade Nacional da Austrália, coordenados por Elizabeth Murchison, determinaram que a doença tem origem nas células de Schwann, um tipo de tecido que protege as fibras nervosas.

No âmbito da investigação, através da análise de células retiradas dos tumores, a equipe identificou um marcador genético que poderá vir a ser utilizado para diagnosticar a doença.

Os cientistas acreditam que a sua descoberta pode ajudar a desenvolver os tratamentos adequados. “As nossas conclusões significam um grande avanço na corrida para salvar os animais da extinção”, comentou Elizabeth Murchison , que trabalha com o laboratório norte-americano Cold Spring Harbor.
Ainda de acordo com Elizabeth foi feito um sequenciamento dos genes deste tipo de câncer e baseados nestes dados foi feito uma comparação dos mesmos com os genes que aparecem em outros tecidos do animal.
"Descobrimos que os tumores apresentavam genes que normalmente só aparecem em células que são encontradas no sistema nervoso periférico, que protege os nervos", disse.

“Agora que olhámos bem para o perfil genético dos tumores podemos começar a procurar os genes e os processos envolvidos na formação dos tumores”, adiantou Greg Hannon, que também participou no estudo.
Segundo Murchison, as descobertas já levaram ao desenvolvimento de um exame de diagnóstico para a doença e podem ajudar na criação de vacinas e tratamentos.

Em Maio, o Governo australiano aumentou o grau de protecção à espécie e listou-a como ameaçada devido a esta doença.
Parte desta matéria foi feita com a ajuda de dados colhidos através de alguns sites da Net em especial o Ecosfera.....
Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1415976
Agradecimentos ao Site Ecosfera

 Um pouco do Histórico deste animal....
Por terem virado ícone de turismo na Tasmânia, os demônios ganharam também grande espaço na mídia. Por volta dos anos 60, os estúdios da Warner Bros. criou o personagem "Taz", conhecido por rodopiar, comer tudo o que vê pela frente e ser mal humorado. Anteriormente, esse personagem apenas fazia participações especiais nos desenhos do Pernalonga, mas ganhou tanta fama que conseguiu seu próprio espaço

Apesar de hoje os Demônios da Tasmânia viverem a salvo em áreas rurais ao norte e ao leste da Austrália, como no Asbestos Rand National Park, Mt. William National Park e no The Arthur River, a espécie passou por um pré-extinção em 1999.

Isso porque uma doença chamada Tumor Facial dos Demônios se alastrou na região onde os animais viviam. Os tumores surgiam em volta da boca, impedindo a alimentação e sendo, assim, fatal. Nessa época, mais de 50% da população de Demônios da Tasmânia acabou morrendo.
O Sarcophilus harrisii, nome científico do Demônio da Tasmânia, é um mamífero marsupial que, assim como o canguru, carrega sua cria numa bolsa externa ao corpo, localizada nas costas da fêmea. O período de gestação dos animais pode variar de 20 a 23 dias.
Desde a sua descoberta, o animal foi apelidado pelos nativos de "demônio" por conta dos ruídos ferozes e pelos constantes ataques a rebanhos e galinheiros nas fazendas da região, causando assim grande prejuízo. Apesar do nome "negativo" dado a eles, os criadores dos Demônios da Tasmânia garantem que os bichos têm temperamento tímido e são muito mais dóceis quando criados em cativeiro.

Durante o dia, os Demônios da Tasmânia selvagens preferem se esconder em cavernas e tocas, enquanto a noite, usam o olfato, a visão e os bigodes apurados para caçar tudo o que vêem pela frente: rãs, coelhos, ovelhas, insetos, peixes, pássaros, galinhas...
Esses animais podem pesar de 4 a 9 Kgs e medir até 80 cm. Os Demônios da Tasmânia, que vivem em média oito anos, não atacam pessoas, a menos que se sintam ameaçados. E quer melhor forma de mostrar ao inimigo que ele não é bem vindo? Os demônios, assim como os gambás, exalam mal cheiro insuportável quando colocados em situações de perigo e estresse.
Ficamos esperançosos com o resultados dos estudos que podem ajudar quanto a salvação desta espécie.
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Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

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