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terça-feira, 27 de abril de 2010

Recebemos esta Matéria indicada pela ,Agência de Notícias do Terceiro Setor

          Mundo Desigual - Por Planeta Voluntários
"O maior assassino do mundo e a maior causa de doenças e sofrimento ao redor do golfo é… a extrema pobreza."
Desigualdade Social
21 países retrocederam em seu Índice de Desenvolvimento Humano, contra apenas 4 na década anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34 países a expectativa de vida ao nascer diminuiu, em 21 há mais gente passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos;
No Brasil, 10% brasileiros mais pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com 47,2%. Segundo a Unicef, 6 milhões de crianças (10% do total) estão em condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e informação”.
A pesquisa ainda mostra que 15% das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5% delas vivendo em “absoluta pobreza”.
Segundo a OIT, os dados de trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil; apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil.
. Com 53,9 milhões de pobres, o equivalente a 31,7% da população, o Brasil aparece em penúltimo lugar em termos de distribuição de renda numa lista de 130 países. É o que mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, divulga hoje em Brasília.
Das 55 milhões de crianças de 10 a 15 anos no Brasil, 40% estão desnutridas. 1,5 milhão entre 7 e 14 anos está fora da escola. A cada ano, 2,8 milhões de crianças abandonam o ensino fundamental. Das que concluem a 4ª série, 52% não sabem ler nem escrever.
Mais de 27 milhões de crianças vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil, e fazem parte de famílias que têm renda mensal de até meio salário mínimo. Aproximadamente 33,5% de brasileiros vivem nessas condições econômicas no país, e destes, 45% são crianças que têm três vezes mais possibilidade de morrer antes dos cinco anos.
A cada 12 minutos, uma pessoa é assassinada no Brasil. Por ano, são registrados 45 mil homicídios no País. No entanto, a probabilidade de um assassino ser condenado e cumprir pena até o fim no Brasil é de apenas 1%.
O Brasil é, segundo a ONU, o país onde mais se mata com armas de fogo. Todos os anos são mortos 40 mil brasileiros;
1,9% do PIB brasileiro é consumido no tratamento de vítimas da violência;
A Aids já deixou mais de 11 milhões de órfãos na África; o devastador avanço desta doença fará com que, em 2010, pelo menos 40 milhões de menores em todo o continente tenham perdido pelo menos um de seus pais, segundo a UNICEF. A cada minuto, uma criança morre de AIDS.
Mais de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável no planeta, segundo dados da ONU. Outros 2.4 bilhões não têm saneamento básico. A combinação do dois índices é apontada com a causa de pelo menos 3 milhões de mortes todo ano. Um europeu consome em média entre 300 e 400 litros diariamente, um americano mais de 600 litros, enquanto um africano tem acesso a 20 ou 30 litros diários.
Um em cada seis habitantes da Terra não tem água potável para beber e dois em cada cinco não dispõem de acesso a saneamento básico.
Até 2050, quando 9,3 bilhões de pessoas devem habitar a Terra, entre 2 bilhões e 7 bilhões de pessoas não terão acesso à água de qualidade.
A fome no mundo, depois de recuar na primeira metade dos anos 90, voltou a crescer e já atinge cerca de 850 milhões de pessoas. A cada ano, entram nesse grupo mais 5 milhões de famintos.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 160 mil pessoas estão morrendo por causa do aquecimento global, número que poderia dobrar até 2020 - contabilizando-se catástrofes naturais e doenças relacionadas a elas.
Além da morte, a desnutrição crônica também provoca a diminuição da visão, a apatia, a atrofia do crescimento e aumenta consideravelmente a susceptibilidade às doenças. As pessoas que sofrem de desnutrição grave ficam incapacitadas de funções até mesmo a um nível mais básico.
Muitas vezes, são necessários apenas alguns recursos simples para que os povos empobrecidos tenham capacidade de produzir alimentos de modo a se tornarem auto-suficientes. Estes recursos incluem sementes de boa qualidade, ferramentas adequadas e o acesso a água. Pequenas melhorias nas técnicas de cultivo e nos métodos de armazenamento de alimentos também são úteis..
Muitos peritos nas questões da fome acreditam que, fundamentalmente, a melhor maneira de reduzir a fome é através da educação. As pessoas instruídas têm uma maior capacidade para sair deste ciclo de pobreza que provoca a fome.
Fontes: Documentos internacionais, principalmente da ONU, UNICEF, OMS, FAO e UNAIDS.
Por: Marcio Demari / Diretor Presidente do Planeta Voluntários - Brasil

O blog deixa claro que esta matéria foi sugerida e publicada em sua integra e que é de responsabilidade do nosso colaborador as informações contidas na matéria.
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Noticias pra lá de inacreditáveis do mundo animal.....Pelo Mundo.

Não resisti gente tinha de contar pra vocês,é tanta noticia maluca que só rindo mesmo...algumas os reporteres até se esforçaram para transformar em notícia séria mas...confiram e opinem por conta própria!
Esta foi tema do G1 da rede Globo 


Bode é preso acusado de tentar roubar carro na Nigéria
A polícia nigeriana prendeu um bode após seguranças alegarem que um bandido que estava em fuga havia se transformado no animal depois de tentar roubar um carro Mazda.
Apesar da história surreal, o animal ficou detido na delegacia.
Não podemos confirmar a história, mas o bode está sob nossa custódia”, afirmou Mohammed.
O porta-voz da polícia no estado de Kwara, Tunde Mohammed, afirmou ao Stupid News que os vigilantes relataram aos policiais que efetuaram a prisão que, durante sua ronda, viram o bode e um homem tentando roubar um Mazda.

De acordo com Mohammed, os seguranças contaram ainda que perseguiram os criminosos, mas um deles escapou. Por sorte o bode foi cercado e capturado.

O animal foi levado pra a delegacia onde foi reconhecido como sendo um criminoso procurado pela Interpol e lider de uma perigosa facção de bodes feiticeiros fanáticos encolhedores de cabeças.
Em algumas partes da Nigéria, nação mais populosa da África, muitas pessoas acreditam em feitiçaria. Após a prisão do animal, muitos nigerianos têm ido até a delegacia para ver o bode e poder fotografá-lo.

Em entrevista a nosso enviado especial na Nigéria o bode fez a seguinte declaração: "Bééééé".


Fontes: G1/Noticias Bizarras/The Stupid news Diary

Vacas Ganham sutiã na Russia.

Por causa das baixas temperaturas verificadas no inverno na Rússia, agricultores de Oymyakon estão utilizando protetores nos úberes de suas vacas, com objetivo de impedir que o frio extremo congele o leite dos animais, segundo a imprensa russa.

"Todas as vacas na aldeia estão usando [o protetor]", disse o líder local Rustam Krivoshapkin. "O sutiã protege os úberes de ficarem completamente congelado. Elas parecem gostar dele porque não deve ser bom ter as tetas geladas", acrescentou.

Existem protetores de diferentes cores. Eles são feitos de material térmico, que ajudar a manter aquecidos os úberes dos animais. As temperaturas em Oymyakon já chegaram a menos 64º C, de acordo com o site russo de notícias Life.ru.

Fontes: G1/Acemprol
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segunda-feira, 26 de abril de 2010

Brasil um gigante por Natureza!

Para falar das riquezas deste nosso Brasil seria preciso centenas de folhas,no caso da internet, pages e ainda assim faltaria espaço.
Somos um povo rico em varias vertentes.
Na arte,na geografia,na cultura,em recursos naturais.
Por isso os olhos do mundo estão volatdos para este gigante da américa do sul.
Todos sem exceção amamos esta terra,mas este amor é contestavel.
 A pergunta então é por que contestável?
Quando o futuro de tantos fica na mão de tão poucos tudo é contestável.
Será que nossos governantes estão preparados para tanto poder?
Não estamos a venda.
Quando digo não estamos,me refiro ao povo,a nossa cultura,aos nossos mares(o hino nacional diz veemente" nossos bosques tem mais vida,nossa vida em teu seio mais amores"),nossa liberdade,nossa vasta e maravilhosa miscigenação,nossa fauna e flora tudo o que compõe e forma este país. 
Então o que dizer nos dias atuais deste Gigante pela própria natureza.
Temos de cuidar do que é nosso.
Somos um povo sofrido,mas guerreiro.
E passamos por um periodo de transição.
Vamos falar então um pouco deste rico e belo país.
Riquezas naturais
Riqueza hídrica:O Brasil é muito rico em termos hídricos, pois além de possuir inúmeros rios tem segundo maior rio do mundo, o rio Amazonas.
Possui quatro grandes bacias hidrográficas:
Bacia Amazônica:É a maior bacia hidrográfica do mundo, com 3.984.467 km2 em terras brasileiras. O rio Amazonas é o principal com 6.570 km, dos quais 3.165 km situam-se em território brasileiro. Sua largura média é de 4 a 5 km, chegando em alguns trechos a mais de 50 km.
Bacia Tocantins-Araguaia:Maior bacia inteiramente brasileira, ocupando uma área de 803.250 Km2. É a terceira do país em potencial hidrográfico e é navegável em muitos trechos.
Bacia do São Francisco: Sua extensão é de 631.133 km2, equivalendo a 7,5% do território brasileiro. É navegável em cerca de 2.000 Km e tem grande potencial hidrelétrico. Permite a prática de agricultura em suas margens e oferece condições para a irrigação artificial de áreas mais distantes.
Bacia Platina:Formada pelas bacias do Rio Paraná (a mais extensa e com o maior potencial hidrelétrico instalado no Brasil), do Rio Paraguai (com mais de 2000 Km de extensão) e do Rio Uruguai (com 1500 Km de extensão).Há ainda algumas bacias secundárias que se constituem de grandes rios, como os rios Jaguaribe no Ceará; Parnaíba na divisa dos estados do Maranhão do Piauí.; Ribeira de Iguape e rio Paraíba do Sul no estado de São Paulo; Itajaí em Santa Catarina etc.
Riqueza florestal:
O Brasil possui ainda áreas florestadas significativas.
Tem a maior floresta do mundo, a Floresta Amazônica com mais de 6 milhões de km2 dentro de seu território, ocupando os Estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e oeste do Maranhão). Esta floresta possui riquezas incalculáveis a se explorar de forma sustentável sendo potencial fornecedora de madeira, ervas medicinais, potencial turístico etc.Na região sudeste encontram-se os últimos trechos da Mata Atlântica, considerada a mais rica floresta do mundo em biodiversidade por km2. Mas devido estar na área mais populosa do país, está sob forte pressão e devastação.
Biodiversidade: O Brasil é o país de maior biodiversidade do mundo.
Economia brasileira:A economia brasileira atual está baseada na agricultura (algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, laranja, soja), pecuária (bovinos, suínos, ovinos, aves), pesca, mineração (bauxita, ferro, manganês, ouro), indústria (de transformação, de bens de consumo e bens duráveis). O Brasil é grande exportador de minérios de ferro e seus concentrados, aviões, soja, pastas químicas de madeira, automóveis, calçados, suco de laranja, café etc.

Citando algumas riquesas brasileiras:
O Pampa Gaucho.

São montes e campos cobertos de verde. Do alto, tudo se revela ao olhar do gavião caboclo: banhados cheios de flores, rochas que formam esculturas naturais. E os gaúchos, que trabalham nas estâncias de gado.

O bioma Pampa se estende por 750 mil quilômetros quadrados. Ocupa todo o Uruguai, parte da Argentina e mais da metade do Rio Grande do Sul. Uma terra disputada durante séculos - antes de se tornar território brasileiro.

"Foi de Espanha, foi de Portugal, foi de Espanha, era uma fronteira flutuante, foi muito questionada, foi muito mexida. Até que virou Rio Grande do Sul definitivamente, Brasil", explica o pecuarista Antônio Minga Blanco.

Da imensidão do Pampa veio o jeito de ser do peão e a vocação para criar rebanhos, graças ao pasto natural, cheio de ervas, arbustos e 450 tipos diferentes de gramas.

O tapete verde tem mais de mil espécies de plantas rasteiras. A variedade também está na paisagem. Há tem colinas, ondulações que no Rio Grande do Sul recebem o nome de coxilhas. Às vezes revela surpresas como cerros e vales, e um horizonte que se perde na distância.

As árvores nativas indicam o caminho das águas. Elas formam galerias ao longo dos rios. No Pampa, vivem mais de 400 espécies de animais, como o veado campeiro, o graxaim e muitos pássaros. As emas, maiores aves das Américas, correm risco de extinção. Outros bichos já desapareceram.

"Não temos registro da ocorrência de uma espécie bem característica desta região, que é o lobo-guará, há mais de oito anos", conta a zootecnista Cristina Genro.

Hoje, o Pampa está desprotegido. A pedido do Ministério do Meio Ambiente, ele foi mapeado por uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - e os dados são alarmantes: dos 40% da área que ainda restam da vegetação original, menos de 1% está em reservas.

"Nós imaginamos o campo como sendo uma área que um dia foi floresta, quando, na verdade, sempre foi campo. Ele tem portanto uma composição de espécies toda original, toda peculiar, e isso o torna tão importante em termos de preservação como qualquer núcleo de floresta, seja de araucária, seja de Mata Atlântica, seja de Floresta Amazônica", aponta o professor de ecologia da UFRGS Heinrich Hasenack.

Hoje essas espécies são atacadas por plantas invasoras, como o capim anoni - que não deixam as pastagens nativas se desenvolverem e são menos nutritivo para o gado. A agricultura também já tomou grande parte do bioma. Há 600 mil hectares ocupados por pinhos e eucaliptos, usados pela indústria de celulose.

"Todas as espécies, tanto vegetais quanto animais nativas e silvestres que viveriam ali vão perder aquele espaço. Espécie que é adaptada à área de campo, área aberta que recebe bastante sol, ela não consegue se adaptar em áreas de florestas", diz a analista ambiental Eridiane Lopes da Silva.

O desafio é combinar vida rural e preservação.

"Alguns campos têm que ser diferidos, ou seja, tirar os animais, deixar as plantas se recuperar, deixar as plantas sementarem para aumentar a frequência das boas espécies", explica o engenheiro agrônomo Carlos Nabinger.

Na terra do Minuano, o vento que traz o frio do Sul, o trabalho do peão tocando o rebanho é mais que uma imagem bonita. É tradição, onde pode estar a chave para o futuro do Pampa.
Fonte: Portal MS

Região Centro Oeste

Os indígenas foram os primeiros habitantes da 
Região Centro-Oeste. Posteriormente chegaram os bandeirantes, que descobriram muitas minas de ouro e fundaram as primeiras vilas: Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá, atual capital do Estado de Mato Grosso; Vila Boa, atual cidade de Goiás e Meya Ponte, hoje Pirenópolis. Surgiram arraiais que se tornaram cidades importantes. A descoberta de diamante deu origem a vila chamada corrutela.

Os fazendeiros de Minas Gerais e de São Paulo, também povoaram a região. Eles organizaram grandes fazendas de criação bovina.

Para defender as fronteiras do Brasil com os outros países, foram criados fortes militares. Entre eles, destaca-se o Forte de Coimbra, hoje a cidade de Corumbá. Em volta desses fortes surgiram povoados.

O povoamento aumentou com a construção de estradas de ferro e, mais tarde, com o aparecimento das rodovias e das hidrovias.

A construção de Brasília como sede do governo brasileiro, também contribuiu para o povoamento e o desenvolvimento sócioeconômico da região.
Desde a primeira constituição republicana, de 1891, havia um dispositivo que previa a mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para o interior do país, determinando como "pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal". Fato interessante dessa época foi o sonho "premonitório" tido pelo padre italiano São João Bosco, no qual disse ter visto uma terra de riquezas e prosperidade situada próxima a um lago e entre os paralelos 15 e 20 do Hemisfério Sul. Acredita-se que o sonho do padre seria a futura capital brasileira, pelo qual o padre, posteriormente canonizado, se tornou o padroeiro de Brasília.

No ano de 1891 foi nomeada a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil, liderada pelo astrônomo Luís Cruls e integrada por médicos, geólogos e botânicos, que fizeram um levantamento sobre topografia, o clima, a geologia, a flora, a fauna e os recursos materiais da região do Planalto Central. A área ficou conhecida como Quadrilátero Cruls e foi apresentada em 1894 ao Governo Republicano. A comissão designava Brasília com o nome de "Vera Cruz".

Em 1922, no ano do Centenário da Independência do Brasil, o Deputado Americano do Brasil apresenta um projeto à Câmara incluindo entre as comemorações a serem celebradas o lançamento da Pedra Fundamental da futura Capital, no Planalto Central.[15] O então Presidente da República, Epitácio Pessoa, baixa o decreto nº 4.494 de 18 de janeiro de 1922, determinando o assentamento da Pedra Fundamental e designa para a realização desta missão, o engenheiro Balduino Ernesto de Almeida, Diretor da estrada de ferro de Goiás com sede em Araguari, Minas Gerais. No dia 7 de setembro de 1922, com uma caravana composta de 40 pessoas é assentada a Pedra Fundamental no Morro do Centenário, na Serra da Independência, situada a nove quilômetros da cidade de Planaltina.

Apenas no ano de 1955, durante um comício na cidade goiana de Jataí, o então candidato à presidência, Juscelino Kubitschek, foi questionado por um eleitor se respeitaria a Constituição, interiorizando a Capital Federal, ao que JK afirmou que iria transferir a capital. Eleito presidente, Juscelino estabeleceu a construção de Brasília como "meta síntese" de seu "Plano de Metas".
O traçado de ruas de Brasília obedece ao plano piloto implantado pela empresa Novacap a partir de um anteprojeto do arquiteto Lucio Costa, escolhido através de concurso público. O arquiteto Oscar Niemeyer projetou os principais prédios públicos da cidade. Para fazer a transferência simbólica da capital do Rio para Brasília, Juscelino fechou solenemente os portões do Palácio do Catete, então transformado em Museu da República, às 9 da manhã do dia 21 de abril de 1960, ao que a multidão reagiu com aplausos. A cidade de Brasília foi fundada no mesmo dia e mês em que se lembra a execução de Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira, e a fundação de Roma.

O princípio básico das estratégias políticas de Juscelino Kubitschek, segundo o próprio, era apropriado do moralista francês Joubert, para quem "não devemos cortar o nó que podemos desatar". Com base nessa máxima, Kubitschek viabilizou a construção de Brasília, oferecendo várias benesses à oposição, criando fatos consumados e queimando etapas. Apesar de a cidade ter sido construída em tempo recorde, a transferência efetiva da infra-estrutura governamental só ocorreu durante os governos militares, já na década de 1970. Todavia, ainda no início do Século XXI, muitos órgãos do governo federal brasileiro continuam sediados na cidade do Rio de Janeiro. Um fato que mostra o impacto provocado pelo modernismo da cidade recém construída foi a frase dita pelo cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar para o espaço, que ao visitar Brasília em 1961, disse: "Tenho a impressão de que estou desembarcando num planeta diferente, não na Terra".

Alguns dos fatores que mais influenciaram a transferência da capital foram a segurança nacional, pois acreditava-se que com a capital no litoral ela estava vulnerável a ataques estrangeiros (argumento militar-estratégico que teve como precursor Hipólito José da Costa), e uma interiorização do povoamento e do desenvolvimento e integração nacional, já que devido a fatores econômicos e históricos a população brasileira concentrou-se na faixa litorânea, ficando o interior do país pouco povoado. Assim a transferência da capital para o interior forçaria o deslocamento de um contingente populacional e a abertura de rodovias, ligando a capital às diversas regiões do país, o que levaria a uma maior integração econômica.
Planejada para ter uma população de 600 mil habitantes no ano 2000, a população do Distrito Federal já atingia os 2,6 milhões de habitantes em 2009. Brasília, considerando-se todo o Distrito Federal, atualmente é a quarta capital mais populosa do Brasil.
Goiás ...

Com quase seis milhões de habitantes é o estado mais populoso do Centro-Oeste e o nono mais rico do país.

O topônimo Goiás (anteriormente, Goyaz) tem origem na denominação de uma comunidade indígena. O termo original parece ter sido Guaiá, forma composta de Gua e iá, a qual significa "indivíduo igual", "pessoas de mesma origem".

A composição da economia do estado de Goiás esta baseada na produção agrícola, na pecuária, no comércio e nas indústrias de mineração, alimentícia, de confecções, mobiliaria, metalurgia e madeireira. Agropecuária é a atividade mais explorada no estado.

Muitos são os nomes que se destacaram e ainda projetam nas artes em Goiás.

Na escultura sacra: José Joaquim da Veiga Vale além de escultor, exímio pintor, seu filho Henrique da Veiga Vale e Cincinato Da Mota Pedreira, deixou trabalhos no Palácio do Conde dos Arcos.

Na escultura: Maria Guihermina, Ana Maria Pacheco, Dina Gogolli, Divino Jorge, Loures, Damiani, Elifas, Antonio Ponteiro,Asta Vivacqua Demachki.
Na cerâmica: Divino Jorge, Antônio Poteiro, Sousa Neto, Elifas, José Rodrigues e Loures.

Nas letras: Muitos são os escritores goianos com projeção nacional e até no exterior. Dentre ele estão Aninha Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida como Cora Coralina; Bernardo Elis, Waldomiro Bariani Ortêncio,Modesto Gomes, Regina Lacerda, Domingos Felix de Sousa, Carmo Bernardes, Anatole Ramos, Eli Brasiliense, Nely Alves de Almeida, Basilieu de Toledo França, Maria Helena Chein, Miguel Jorge, Marieta Teles Machado,Ieda Schmaltz, Rosarita Fleury.
Na música: Bruno e Marrone, Zezé Di Camargo e Luciano, Wanessa Camargo, Leandro e Leonardo, Guilherme e Santiago , Chrystian e Ralf, Marcelo Barra e Jorge e Mateus.
Mato Grosso ...

Com mais de 2.800.000 habitantes, é o 19º estado mais populoso do Brasil.

O Mato Grosso ocupa uma área de 903.357 km² do território brasileiro e localiza-se a oeste do Meridiano de Greenwich e a sul da Linha do Equador, tendo fuso horário -4 horas em relação a hora mundial GMT. No Brasil, o estado faz parte da região Centro-Oeste, fazendo fronteiras com os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Amazonas, Rondônia,Tocantins, além de um país, a Bolívia. A capital (Cuiabá) está localizada a 15º35'55.36" lat. e 56º05'47.25" long., sendo conhecida, por isso mesmo, como coração da América do Sul.
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é uma unidade de conservação brasileira, situada no Estado de Mato Grosso, no município de Chapada dos Guimarães e Cuiabá, que recebeu a guarida federal através do Decreto 97.656, de 12 de abril de 1989. Possui uma área total de 33 mil hectares.

Mato Grosso do Sul

Com uma população de 2.360.498 habitantes, é o 21º estado mais populoso do país.

O estado constituía a parte meridional do estado do Mato Grosso, do qual foi desmembrado por lei complementar de 11 de outubro de 1977 e instalado em 1 de janeiro de 1979, porém a história e a colonização da região, onde hoje está a unidade federativa, é bastante antiga remontando ao período colonial antes do Tratado de Madri, em 1750, quando passou a integrar a coroa portuguesa.

Durante o século XVII, foram instaladas duas reduções jesuíticas, Santo Inácio de Caaguaçu e Santa Maria da Fe do Taré, entre os índios Guarani na região, então conhecida como Itatim. Uma parte do antigo estado estava localizado dentro da Amazônia legal, cuja área, que antes ia até o paralelo 16, estendeu-se mais para o sul, a fim de beneficiar com seus incentivos fiscais a nova unidade da federação. Historicamente vinculado à região Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul teve na pecuária, na extração vegetal e mineral e na agricultura, as bases de um acelerado desenvolvimento iniciado no século XIX
.

Pantanal

O Complexo do Pantanal, ou simplesmente Pantanal, é um bioma constituído principalmente por uma savana estépica, alagada em sua maior parte, com 250 mil km² de extensão, altitude média de 100 metros, situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, além de também englobar o norte do Paraguai e leste da Bolívia (que é chamado de chaco boliviano), considerado pela UNESCO Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.

As principais atividades econômicas do Pantanal estão ligadas à criação de gado bovino, que é facilitada pelos pastos naturais e pela água levemente salgada da região, ideal para esses animais. Para peões, fazendeiros e coureiros, o cavalo é um dos principais meios de transporte. Os pescadores, que buscam nos rios sua fonte de sustento e alimentação. Há também, uma pequena população indígena ribeirinha.

  Rio do Papagaio - Cachoeira Pubi
Crédito: SusiLL

  Salto Lindo - Rio Sacre
Crédito: Cavallari
Toda semana abordaremos algumas regiões brasileiras.

Fonte: SkyscraperCity
 
    
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domingo, 25 de abril de 2010

Indios ameaçados em sua própria terra!

 

No território da bacia hidrográfica do Tapajós está inserido o que é considerado atualmente o maior distrito aurífero do mundo. Empresas nacionais e internacionais estão articuladas para explorar e expropriar, com o aval do Estado e financiado por ele, esse potencial imensurável de riqueza que está no interior das terras indígenas.

 A atriz Sigourney Weaver e o cineasta James Cameron foram ao encontro dos índios xicrins na aldeia que será inundada pela usina.

A luta dos mais de 400 índios xicrins da Aldeia Bacajá contra a construção da Usina de Belo Monte, no centro do Pará, ganhou ontem a adesão de dois visitantes inesperados: o cineasta James Cameron e a atriz Sigourney Weaver. A dupla chegou ainda pela manhã à aldeia, numa viagem de lancha pelo Rio Xingu, e foi recebida com festa e danças. Cameron disse que, se depender de seu empenho, a hidrelétrica não será construída.
"Vim aqui dizer que estou numa missão pela vida, pelo rio e pela floresta", acrescentou o cineasta. A atriz também conversou com os líderes da tribo e procurou informações sobre o modo de vida dos xicrins, demonstrando ter ficado impressionada com a determinação das mulheres em impedir que a hidrelétrica destrua o meio ambiente da região. O cineasta perguntou aos índios de que maneira a hidrelétrica vai afetá-los e ouviu respostas que o deixaram preocupado. A aldeia está localizada na parte mais seca do Rio Xingu.
A diretora da Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP), Antonia Martins, disse ao Estado que a presença de Cameron e Weaver no Xingu significa um "grande impulso" ao movimento contra a obra. "São pessoas simples, apesar de famosas em todo o mundo, e trazem uma mensagem de quem já viu seus índios e suas florestas serem destruídos", emenda Martins.
O lago de quase 500 km² que será formado com a construção da usina vai inundar a aldeia, obrigando os índios a sair do local. Martins disse que, além da pesca e do peixe, espécies nobres da fauna desaparecerão. No Xingu, esclareceu, há espécies de peixes que nem sequer foram estudadas. A navegabilidade do rio também será atingida, segundo relato dos índios a Cameron.
Para ela, a visita tem um simbolismo especial. "Não interessa se eles são estrangeiros, mas o apoio que estão trazendo à nossa causa ambiental e à sobrevivência de nossas comunidades." Martins informou que várias reuniões estavam programadas entre as lideranças dos xicrins, o diretor e a atriz, que deveriam deixar a aldeia na manhã do dia 14/04 .

Mundurucânia
Na vasta Mundurucânia, no alto Tapajós, habita o deus criador do mundo, Karosakaybu, segundo os Munduruku (MELLO, 2006).
Um deus tão poderoso que transformaria homens em animais e protegeria os Munduruku para que não lhes faltasse caça e pesca. A harmonia com a natureza estaria assegurada com tão importante protetor.
E ele fez, com seu poder de deus, surgir o paraíso no rio Tapajós adicionando-lhe um local especial com cachoeiras e corredeiras, palco sagrado para os cantos e danças das mulheres Munduruku. Continuar lendo a história dos Munduruku
Então, chegou o dia em que ousaram profanar esse território sagrado. E o véu místico formado por centenas de cânticos e rimas que ecoavam nas pedras e nas águas foi arrancado pela pressão dos engolidores da floresta e perdeu-se nos escaninhos da história. Então, o silêncio desceu sobre o lugar sagrado e a inocência dissipou-se nas espumas. Ritos e cerimônias já não são mais ouvidos e espalhados pelo rio poderoso e belo.
Ainda hoje os Munduruku contam suas histórias no esforço de manter um elo com suas crenças e valores ameaçados pela realidade do mundo moderno. Buscam o irreal para tentar adicionar um tanto de sonho às ambições dos jovens indígenas com destino ainda não delineado. A insegurança é o inimigo contra o qual, hoje, os Munduruku têm que lutar.
Das guerras, as cabeças do inimigo como troféu. Nas flautas e nos cantos ainda guardam a forma de encantar os animais nas florestas e encontram o último resquício da magia da sua história. Restam os Xamãs, únicos que podem invocar as Mães da Caça numa súplica contra os seres que querem ameaçar os animais.
A vasta região da Mundurucânia, referida por Aires de Casal (1976), foi descrita da seguinte maneira:

“confina ao sul com a Juruena, tem ao norte o Rio Amazonas, ao poente o da Madeira, e ao nascente o Tapajós. Seu comprimento norte-sul é de noventa léguas na parte oriental, e a largura média de sessenta, com uma área de quarenta e quatro milhas quadradas” (CASAL, 2006).

Projetos hidrelétricos ameaçam os Munduruku
A convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Povos Indígenas e Tribais em Países Independentes estabelece, como conceitos básicos, a consulta e a participação dos povos indígenas interessados e o direito desses povos de decidir sobre suas próprias prioridades de desenvolvimento. As decisões políticas em gabinetes de Brasília que levam à construção de aproveitamentos hidrelétricos que interferirão em Terras Indígenas podem afetar vidas, crenças, instituições, valores espirituais e a própria essência do indivíduo.
Como Estado-membro da OIT e detentor de um assento permanente no seu Conselho de Administração, o Brasil teria obrigação de garantir aos povos indígenas os seus direitos para salvaguardar suas culturas. Isso é lapidar e consta, inclusive, na publicação em comemoração a entrada em vigor da Convenção nº 169 no Brasil, em julho de 2003, um ano após a sua ratificação.
Os impactos causados pelas hidrelétricas previstas no rio Tapajós atingiriam duas terras indígenas, além de afetar a Terra Indígena (TI) Kaiabi, que acompanha o rio Teles Pires por 280 km, e que é contigua à TI Munduruku. Na região, o município de Jacareacanga é considerado uma cidade indígena e está 60% cercado pelas terras dos Sai Cinza, Mundurucânia, Kayabi e Munduruku. A Terra Indígena Munduruku é a maior e ocupa 12% da bacia do Tapajós.
Os Munduruku, cujo primeiro registro data do final do século XVIII, vivem no ambiente da floresta e nas áreas de savana que entremeiam a floresta Amazônica, chamadas de “campos do Tapajós”, no próprio vale do rio Tapajós. Guardam ainda todos os traços da cultura ancestral de aldeias circulares com praças centrais. A agricultura de subsistência e as atividades de caça, pesca e coleta são ainda praticadas como verdadeiros rituais.
A relação desses indígenas com o ambiente natural é estreitíssima e no Inventário Hidrelétrico dos Rios Tapajós e Jamanxim (2008) está consignada no texto sobre os Munduruku:
“A preservação e o desenvolvimento dessas culturas dependem, fundamentalmente, da manutenção daqueles grupos indígenas em seus territórios, o que favorece a sua autonomia e a continuidade das suas relações com os ambientes a que se ligam.”
“Nas aldeias Sateré-Mawé têm grande importância o conhecimento e o cultivo e beneficiamento do guaraná, sendo que esta planta é central na sua mitologia e religiosidade.”
Política do fato consumado
As terras tradicionalmente ocupadas pelos Munduruku estão seriamente ameaçadas. Além dos projetos das hidrelétricas há as propostas de, simultaneamente, incluir a construção das eclusas que transformariam o Tapajós num rio totalmente navegável. No território da bacia hidrográfica do Tapajós está inserido o que é considerado atualmente o maior distrito aurífero do mundo. Empresas nacionais e internacionais estão articuladas para explorar e expropriar, com o aval do governo federal, esse potencial de riqueza que está dentro das terras indígenas.
O ecossistema da bacia do Tapajós não vai jamais assimilar as transformações potenciais impostas pela maximização do lucro. Tentar ocupar o território indígena com atividades minerárias e geração hidrelétrica vai colocar em risco o regime das águas e os gigantescos igapós formados no período das cheias; é uma agressão sem limites.
Crescimento econômico a qualquer custo e colapsos ambientais andam de mãos dadas para reproduzir implacavelmente os erros do passado.
Os projetos do Complexo do Tapajós ferem o princípio do uso da água de forma sustentável e poderão trazer graves conseqüências às comunidades rurais, ribeirinhas e aos povos indígenas. Em momento algum antes do processo decisório foi articulada uma avaliação das interferências que as populações envolvidas sofrerão. A política do fato consumado é uma constante no planejamento global do Estado. Os indígenas considerados obstáculos junto com a natureza acabam sendo despidos de seus direitos e forçados a conviver com mudanças que alterarão para sempre sua relação com o habitat.
As hidrelétricas alteram desde a velocidade da água de um rio até o clima da região em que se insere. Uma única hidrelétrica numa bacia hidrográfica significa a transformação irreversível de todas as características essenciais que fazem do ecossistema a base da sobrevivência dos povos indígenas.
As transformações não são apenas decorrentes do período de construção; elas persistirão por toda a vida útil do empreendimento e além, afetando gerações e sem que as compensações apensadas às licenças ambientais e os programas de mitigações tenham contribuído para melhorar a e vida dos atingidos. O efeito é o de uma bomba.
As barragens produzem o efeito arrasador de uma bomba, enviando ondas de destruição na Amazônia na forma de ocupações irregulares e desmatamento, induzindo a um furioso desequilíbrio ambiental. A Amazônia é frágil e basta um único mega projeto para desencadear e propagar a destruição.
Para empreendedores, investidores e Estado os povos indígenas e as populações tradicionais terão que conviver com a racionalidade econômica ocidental. É o que se pode depreender, com clareza, dos diversos documentos que subsidiam instâncias de tomadas de decisão. Sob um manto de disfarce de necessidade de inovação, da tendência dita globalizada, se pretende que os indígenas aceitem um novo padrão de conhecimento e se curvem à obsolescência programada dos bens de consumo. Esse seria o portal de entrada para induzir à aceitação compulsória de uma nova estrutura física e social para os territórios imemoriais.
Os garimpos do Tapajós já são historicamente conhecidos e a exploração da terra para o agronegócio o é, também, ao longo do Juruena. Construir hidrelétricas em série nessas regiões significaria fornecer o pretexto que políticos locais e empresas mineradoras precisam para transformá-las em áreas legalmente devastadas.
A dependência dos indígenas do mercado artificial que está sendo criado pelas interferências em seus territórios alavancadas por empreendimentos hidrelétricos só poderá servir como mecanismo perverso de dominação e exclusão. A última palavra fica sempre, nesse caso, apenas com os detentores do poder econômico, movidos pelo modo capitalista de produção de energia calcado na exploração dos recônditos mais preciosos dos biomas brasileiros. O agravante perverso é a destruição do tecido social e cultural de populações tradicionais.
 Outro ponto ameaçado é o Pantanal Mato-grossense.
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sábado, 24 de abril de 2010

Homem salva cão com respiração boca a boca.

O incêndio aconteceu em um prédio em Houston, no Texas (EUA).
Cão recebeu primeiros socorros, pois havia inalado muita fumaça.

Após um incêndio no prédio em que mora em Houston, no estado do Texas (EUA), um homem fez até respiração boca-a-boca para salvar um de seus três cães de estimação, segundo reportagem da emissora de TV "KPRC".

O fogo começou pouco depois da meia-noite da última quinta-feira. Os bombeiros conseguiram retirar os três cachorros do prédio, mas um deles tinha inalado muita fumaça. Foi aí que o dono realizou procedimentos de primeiros socorros para salvá-lo.

De acordo com a emissora "KPRC", ninguém ficou ferido no incêndio que destruiu dois apartamentos e provocou danos em alguns outros. As causas estão sendo investigadas.
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Cão Salva dono em incêndio no Alaska!

Buddy, um  pastor alemão de cinco anos, que vive numa área rural de Ancorage, no Alaska (EUA), foi aclamado como herói por salvar seu tutor de um incêndio. Ben Heinrichs estava trabalhando na sua oficina consertando um caminhão, quando uma faísca atingiu o tanque de gasolina, provocando uma explosão e espalhando fogo por todo o local e ameaçando atingir a casa da família.
O cachorro escapou do fogo e correu por quase 90 quilômetros para pedir ajuda. Ele conseguiu chamar a atenção de um carro de polícia que havia recebido um chamado de emergência, mas os policiais não sabiam a localização do incêndio. Os policiais seguiram Buddy até o local.
Graças a Buddy, os bombeiros conseguiram apagar o incêndio.
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Cristian a mais bela história de amizade de todos os tempos!

Esta semana vai ao ar pelo Animal Planet uma das mais belas histórias de amizade de todos os tempos.

Em 1969, os australianos John Rendall e Anthony Bourke adotaram um filhote de leão que estava a venda em uma loja de animais exóticos em Londres, onde a dupla morava. O filhote de leão logo foi batizado de Christian, e em seu novo lar teve toda a dedicação e carinho dos novos donos.
Com o passar dos meses John e Anthony logo perceberam que não seria possível manter o Leão Christian em casa, já que as autoridades locais não permitiriam um animal selvagem daquele porte convivesse entre os humanos, e Christian foi devolvido ao seu habitat natural, na África.
Pouco mais de um ano a dupla resolveu visitar Christian na África, mesmo sendo advertidos por especialista que isso poderia ser muito perigoso, já que o felino poderia não mais reconhece-los.
Rendall, Bourke e suas namoradas Jennifer Mary e Unity Jones cuidaram do leão até que ele tivesse um ano de idade. O tamanho cada vez maior de Christian e o custo para mantê-lo fizeram com que eles percebessem que não poderiam mantê-lo em Londres por muito tempo. A solução veio quando Bill Travers e Virginia McKenna, estrelas do filme Born Free, visitaram a loja de móveis de Rendall e Bourke, onde Christian passava seus dias. Travers e McKenna sugeriram, então, que eles pedissem a ajuda de George Adamson, um conservacionista Kenyano que, justamente com sua esposa Joy, foi o assunto de seu filme. Adamson concordou em ajudá-los na adaptação de Christian para a vida selvagem na Reserva Nacional de Kora.
Adamson gradualmente apresentou Christian a um leão mais velho - 'Boy' - e, subsequentemente, para a filhote fêmea Katiana, na tentativa de formar o núcleo de um novo bando. No entanto, alguns infortúnios assolaram este novo bando: Katiana foi, provavelmente, devorada por crocodilos enquanto bebia água. Outra fêmea foi morta por leões selvagens. Os eventos atingiram 'Boy' de forma tal que ele perdeu sua habilidade de socializar-se com outros leões e humanos. Ele acabou sendo baleado no coração por Adamson, depois de ferir um homem fatalmente.
Desta forma, Christian acabou sendo o único sobrevivente do bando original.
Adamson continuou seu trabalho, e, após um ano o bando estabeleceu-se na região de Kora, tendo Christian como o líder do bando iniciado por 'Boy'.
Quando Rendall e Bourke foram informados por Adamson do exitoso resultado em 1971, eles viajaram para o Kenya para visitar Christian. A visita foi filmada e transformou-se no documentário Christian, The Lion at World's End. De acordo com este documentário, Adamson alertou Rendall e Bourke para a possibilidade de Christian não recordar-se deles, mas o filme mostra um leão, inicialmente cauteloso, correndo ao encontro dos dois homens, envolvendo os braços em torno dos seus ombros e lambendo seus rostos. O documentário também mostra as fêmeas Mona e Lisa, e um filhote chamado Supercub saudando os dois homens, devido à influência de Christian.

Rendall conta de um encontro final, ocorrida em 1974. Nesta época, Christian já estava a frente de seu próprio bando, tinha filhotes seus e era quase duas vezes maior do que no vídeo do encontro de 1971.Adamson avisou-os de que a viagem poderia ser em vão, porque ele não via o bando de Chirstian há 9 meses. Entretanto, eles descobriram, ao chegar em Kora, que Christian e seu bando haviam retornado para o complexo de Adamson no dia anterior a sua chegada.
Rendall descreve a visita que ele. Bourke e George Adamson fizeram: "Nos o chamamos, ele levantou e começou a caminhar em nossa direção, lentamente. Então, como se tivesse se convencido de que eramos nós mesmos, ele começou a correr ao nosso encontro, pulando sobre nós e nos abraçando, como ele costumava fazer, colocando suas patas sobre nossos ombros."
O reencontro durou até o dia seguinte, pela manhã, quando todos foram dormir. De acordo com Rendall, esta foi a última vez que alguém viu Christian.

 Filme

Um filme chamado Christian, The Lion at World's End documentou a ida de Christian da Inglaterra para o Kenya e sua bem-sucedida adaptação à vida selvagem.


 Vídeo viral

Um popular vídeo do encontro (editado a partir do documentário) disseminou-se mundialmente, mais de 30 anos após o evento. Em agosto de 2008 o encontro, em suas várias versões, havia sido visto mais de 20 milhões de vezes.

 

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Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

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