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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O turismo e a terceira idade..Entre eles o turismo ecológico...


A OMT-Organização Mundial de Turismo,apresentou uma estatística que todos que acompanham o setor de Turismo tem comemorado.
O Turismo é o setor da economia que mais cresce no mundo movimentando hoje trilhões de Dólares em todo o planeta( 3,6 trilhões ).
Traduzindo isso em empregos é mais ou menos 300 milhões de empregos no mundo todo.
E nós brasileiros não ficamos atrás,são mais de 15 milhões de empregos ligados ao turismo direta e indiretamente.

Estima-se que pelo menos 60 Milhões de pessoas ( Brasileiros) movimentaram o turismo doméstico apenas este ano,sem falar nos 9,8 milhões de estrangeiros que aqui estiveram e ainda vão estar até o fim de 2010. 
Definitivamente este é um dos melhores anos para o setor no país.
 Então vamos falar de uma classe especial de passageiros (Turistas) que com certeza é uma das responsáveis por este numero fabuloso,os turistas da terceira idade.
Traduzindo em números,estamos falando de um numero próximo dos 17 milhões de consumidores.

Consumidores que estão a disposição do mercado e com muita disposição para curtir o que este lindo país tem a oferecer.

 É nessa faixa que as pessoas mais viajam, pois já criaram os filhos, já aposentados, ou seja, já estão com a vida financeira estável restando mais tempo para realizarem suas vontades.
benefícios para a saúde, procura de fontes de energia e vitalidade, capazes de prolongar seus anos de vida. Buscam novidades  sejam elas culturais, de integração com o meio ambiente, religiosidade e  eventos. 
Os turistas da terceira idade viajam  na maioria das vezes na baixa temporada e aproveitam alguns descontos que lhes são favorecidos.
Mas atenção agencias de turismo este turismo tem de ser muito bem planejado.
 

 
Tipos de turismo que podem ser praticados com os grupos da terceira idade.

1.      Turismo de saúde: realizado para garantir uma melhor qualidade de vida. Exemplo: hospitais e spas.

2.      Turismo cultural: viajam por prazer a fim de conhecer novas culturas, trocar experiências.

3.      Turismo religioso: grupos ligados à centros religiosos. Exemplo: senhoras que realizam trabalhos de assistência a comunidades carentes e tem seus trabalhos vinculados a paróquias.

4.      Turismo de natureza:  valoriza o contato com o meio ambiente e os hábitos saudáveis.

O Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR) possui a Política Nacional do idoso, criada pela Lei número 8.842/94, que tem como objetivo propiciar a melhoria da qualidade de vida, pelo lazer e turismo para brasileiros com mais de 50 anos.

Os guias têm que estar atentos à alguns cuidados como, no caso de uma viagem longa: A realização de paradas técnicas com espaçamento de no máximo duas horas é importante. Outro fator importante é que o turista de turista de terceira idade valoriza o horário de chegada, das refeições, do descanso, e de visitas.

O Brasil possui leis modernas em favor da terceira idade que propicia aos turistas descontos especiais para as viagens (falta divulgação quanto a essa vantagem).  Em apenas alguns municípios esse público é capaz de conseguir descontos em ingressos para espetáculos artísticos, passagens rodoviárias e outros afins.

Vi num blog um dia desses a frase "Cada um pode e deve se sentir bonito e saudável com a idade que tem, independente da idade cronológica, mas com sua verdadeira idade biológica."
Esta frase define bem o que devemos ter em mente,quando o assunto é estarmos bem com o nosso eu,sim aquele cara refletido no espelho.
Conheço pessoas que com 60 anos ralam jovens de 28 e 30 anos na disposição e na coragem de enfrentar a vida e isso me deixa admirado.
Conheço suas lutas diárias em prol de causas nobres.
Vou citar um exemplo notável que não esta mais entre nós o inesquecível jacques Cousteau  oceanógrafo que encantou o mundo com  suas viagens de pesquisa, a bordo do Calypso.


Vale lembrar que foi Cousteau que juntamente com Émile Cagnan inventou o aqualung, cilindro portátil de ar comprimido para usar debaixo d'água.
Cria também a câmera de TV submarina e o escafandro autônomo. Seus estudos são fundamentais para a exploração de petróleo no mar do Norte e para a pesquisa dos hábitos de muitas espécies de animais.
 

















Em suas pesquisas pelo mundo, que incluem viagens ao Brasil, demonstrou extrema preocupação com a manutenção do equilíbrio da ecologia e com a preservação das espécies.

Voltando ao nosso assunto a terceira idade está mais consciente da importância de investir em turismo e lazer.
A cidade de São Paulo investe e muito na formação de guias turísticos para este publico específico. 
A Grafit Assessoria e Projetos Turísticos é uma das contratadas da Abav Nacional para ministrar cursos por todo o Brasil. "Turismo especializado na Terceira Idade" e "Viajando com a Terceira Idade" projeto que já rodou praticamente todas as capitais brasileiras.
Os profissionais são preparados para organizar roteiros e a selecionar bem os fornecedores:hotéis, restaurantes, etc.. 
Até mesmo a escolha do guia de turismo é importante, porque tem que ser uma pessoa que, mais do que preste informação, interaja com o grupo
Palavras de Carlos Silvério, diretor da Grafit.
A terceira idade é um público fiel a quem lhe prestou um serviço quando tem suas necessidades supridas e suas expectativas de viagem atendidas.  
Na terceira idade, a propaganda tem um efeito multiplicador muito grande. Pelo fato de, na maioria das vezes, não trabalharem fora, essas pessoas têm mais tempo de contar como foi a viagem para amigos e parentes. 
A terceira idade também é adepta ao ecoturismo. Essa é a constatação da Freeway Adventures, uma das agências pioneiras nessa modalidade no Brasil. O crescimento da procura pelo serviço por parte de pessoas com mais de cinqüenta anos justificou a criação do Departamento Sênior para atendê-las com exclusividade, oferecendo pacotes e serviços especiais. 
Hoje são pelo menos seis os destinos para ecoturismo já consolidados para o público da terceira idade: Lençóis Maranhenses (MA), Parque do Caraça (MG), Aparados da Serra (RS), Maraum e Itacaré (BA), Chapada dos Veadeiros/Caldas Novas (GO). Nos grupos, é comum pessoas até com mais de oitenta anos. 
Podemos dizer como citou a nossa inspiradora da matéria que a terceira idade é a melhor idade.
 Portanto você ai pode gritar bem alto aquela frase famosa nos filmes e musicas..A vida começa aos quarenta,dai pra frente é que a gente começa a curtir de verdade.
Um forte abraço de toda a equipe do Reino dos Bichos,pra quem durante o ano nos acompanhou por aqui..
E se você pensa que isso aqui quer dizer que as matérias este ano vão cessar .... PREPARE-SE!!!
Este fim de semana a equipe do seu blog bicho vai até Ilha Bela conhecer as belezas locais.
Preparem o fôlego,vem coisa boa por ai.....

  Fonte: Matéria baseada e inspirada no trabalho de   MARIANA SORIANO DE MELLO GOMES e no blog , www.freeway.tur.br
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

As leis ambientais mais importantes do Brasil


Ação Civil Pública (Lei 7.347 de 24/07/1985) - Lei de Interesses Difusos, que trata da ação civil pública de responsabilidades por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor e ao patrimônio artístico, turístico ou paisagístico. Pode ser requerida pelo Ministério Público (a pedido de qualquer pessoa), ou por uma entidade constituída há pelo menos um ano.A ação judicial não pode ser utilizada diretamente pelos cidadãos. Normalmente, ela é precedida por um inquérito civil.
Agrotóxicos (Lei 7.802 de 11/07/1989) - A Lei dos Agrotóxicos regulamenta desde a pesquisa e fabricação dos agrotóxicos até sua comercialização, aplicação, controle, fiscalização e também o destino da embalagem. Impõe a obrigatoriedade do receituário agronômico para venda de agrotóxicos ao consumidor. Também exige registro dos produtos nos Ministérios da Agricultura e da Saúde e no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA. Qualquer entidade pode pedir o cancelamento deste registro, encaminhando provas de que um produto causa graves prejuízos à saúde humana, meio ambiente e animais. O descumprimento da lei pode acarretar multas e reclusão, inclusive para os empresários.
Área de Proteção Ambiental (Lei 6.902, de 27/04/1981) - Lei que criou as "Estações Ecológicas" (áreas representativas de ecossistemas brasileiros, sendo que 90% delas devem permanecer intocadas e 10% podem sofrer alterações para fins científicos) e as "Áreas de Proteção Ambiental" ou APAs (onde podem permanecer as propriedades privadas, mas o poder público limita atividades econômicas para fins de proteção ambiental). Ambas podem ser criadas pela União, Estado, ou Município. Importante: tramita na Câmara dos Deputados, em regime de urgência, o Projeto de Lei 2892/92, que modificaria a atual lei, ao criar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, SNUC.
Atividades Nucleares (Lei 6.453 de 17/10/1977) - Dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e a responsabilidade criminal por atos relacionados com as atividades nucleares. Entre outros, determina que quando houver um acidente nuclear, a instituição autorizada a operar a instalação tem a responsabilidade civil pelo dano, independente da existência de culpa. Em caso de acidente nuclear não relacionado a qualquer operador, os danos serão suportados pela União. A lei classifica como crime produzir, processar, fornecer, usar, importar, ou exportar material sem autorização legal, extrair e comercializar ilegalmente minério nuclear, transmitir informações sigilosas neste setor, ou deixar de seguir normas de segurança relativas à instalação nuclear.
Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12/02/1998) - Reordena a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. A partir dela, a pessoa jurídica, autora ou co-autora da infração ambiental, pode ser penalizada, chegando à liquidação da empresa, se ela tiver sido criada ou usada para facilitar ou ocultar um crime ambiental. Por outro lado, a punição pode ser extinta quando se comprovar a recuperação do dano ambiental e - no caso de penas de prisão de até 4 anos - é possível aplicar penas alternativas. A lei criminaliza os atos de pichar edificações urbanas, fabricar ou soltar balões (pelo risco de provocar incêndios), danificar as plantas de ornamentação, dificultar o acesso às praias ou realizar desmatamento sem autorização prévia. As multas variam de R$ 50 a R$ 50 milhões. É importante lembrar, que na responsabilidade penal tem que se provar a intenção (dolo) do autor do crime ou sua culpa (imprudência, negligência e imperícia). Difere da responsabilidade civil ambiental, que não depende de intenção ou culpa. Para saber mais: o IBAMA tem, em seu site, um quadro com as principais inovações desta lei, bem como de todos os vetos presidenciais.
Engenharia Genética (Lei 8.974 de 05/01/1995) - Regulamentada pelo Decreto 1752, de 20/12/1995, a lei estabelece normas para aplicação da engenharia genética, desde o cultivo, manipulação e transporte de organismos geneticamente modificados (OGM), até sua comercialização, consumo e liberação no meio ambiente. Define engenharia genética como a atividade de manipulação de material genético, que contém informações determinantes de caracteres hereditários de seres vivos. A autorização e fiscalização do funcionamento de atividades na área e da entrada de qualquer produto geneticamente modificado no país, é de responsabilidade dos ministérios do Meio Ambiente (MMA), da Saúde (MS) e da Agricultura. Toda entidade que usar técnicas de engenharia genética é obrigada a criar sua Comissão Interna de Biossegurança, que deverá, entre outros, informar trabalhadores e a comunidade sobre questões relacionadas à saúde e segurança nesta atividade. A lei criminaliza a intervenção em material genético humano in vivo (exceto para tratamento de defeitos genéticos), sendo que as penas podem chegar a vinte anos de reclusão.
Exploração Mineral (Lei 7.805 de 18/07/1989) - Regulamenta a atividade garimpeira. A permissão da lavra é concedida pelo Departamento Nacional de Produção Mineral, DNPM, a brasileiro ou cooperativa de garimpeiros autorizada a funcionar como empresa, devendo ser renovada a cada cinco anos. É obrigatória a licença ambiental prévia, que deve ser concedida pelo órgão ambiental competente. Os trabalhos de pesquisa ou lavra, que causarem danos ao meio ambiente são passíveis de suspensão, sendo o titular da autorização de exploração dos minérios responsável pelos danos ambientais. A atividade garimpeira executada sem permissão ou licenciamento é crime. O site do DNPM oferece a íntegra desta lei e de toda a legislação, que regulamenta a atividade minerária no país. Já o Ministério do Meio Ambiente, MMA, oferece comentários detalhados sobre a questão da mineração.
Fauna Silvestre (Lei 5.197 de 03/01/1967) - A fauna silvestre é bem público (mesmo que os animais estejam em propriedade particular). A lei classifica como crime o uso, perseguição, apanha de animais silvestres, caça profissional, comércio de espécimes da fauna silvestres e produtos derivados de sua caça, além de proibir a introdução de espécie exótica (importada) e a caça amadorística sem autorização do IBAMA. Também criminaliza a exportação de peles e couros de anfíbios e répteis (como o jacaré) em bruto. O site do IBAMA traz um resumo comentado de todas as leis relacionadas à fauna brasileira, além de uma lista das espécies brasileiras ameaçadas de extinção.
Florestas (Lei 4771 de 15/09/1965) - Determina a proteção de florestas nativas e define como áreas de preservação permanente (onde a conservação da vegetação é obrigatória) uma faixa de 30 a 500 metros nas margens dos rios (dependendo da largura do curso d´água), de lagos e de reservatórios, além dos topos de morro, encostas com declividade superior a 45° e locais acima de 1800 metros de altitude. Também exige que propriedades rurais da região Sudeste do País preservem 20% da cobertura arbórea, devendo tal reserva ser averbada no registro de imóveis, a partir do que fica proibido o desmatamento, mesmo que a área seja vendida ou repartida. A maior parte das contravenções desta lei foram criminalizadas a partir da Lei dos Crimes Ambientais.
Gerenciamento Costeiro (Lei 7661, de 16/05/1988) - Regulamentada pela Resolução nº 01 da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar em 21/12/1990, esta lei traz as diretrizes para criar o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Define Zona Costeira como o espaço geográfico da interação do ar, do mar e da terra, incluindo os recursos naturais e abrangendo uma faixa marítima e outra terrestre. O Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (GERCO) deve prever o zoneamento de toda esta extensa área, trazendo normas para o uso de solo, da água e do subsolo, de modo a priorizar a proteção e conservação dos recursos naturais, o patrimônio histórico, paleontológico, arqueológico, cultural e paisagístico. Permite aos Estados e Municípios costeiros instituírem seus próprios planos de gerenciamento costeiro, desde que prevaleçam as normas mais restritivas. As praias são bens públicos de uso do povo, assegurando-se o livre acesso a elas e ao mar. O gerenciamento costeiro deve obedecer as normas do Conselho Nacional de Meio Ambiente, CONAMA.
IBAMA (Lei 7.735, de 22/02/1989) - Criou o IBAMA, incorporando a Secretaria Especial do Meio Ambiente (antes subordinada ao Ministério do Interior) e as agências federais na área de pesca, desenvolvimento florestal e borracha. Ao IBAMA compete executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente, atuando para conservar, fiscalizar, controlar e fomentar o uso racional dos recursos naturais. Hoje subordina-se ao Ministério do Meio Ambiente, MMA.
Parcelamento do solo urbano (Lei, 6.766 de 19/12/1979) - Estabelece as regras para loteamentos urbanos, proibidos em áreas de preservação ecológica, naquelas onde a poluição representa perigo à saúde e em terrenos alagadiços. O projeto de loteamento deve ser apresentado e aprovado previamente pelo Poder Municipal, sendo que as vias e áreas públicas passarão para o domínio da Prefeitura, após a instalação do empreendimento.
Patrimônio Cultural (Decreto-Lei 25, de 30/11/1937) - Organiza a Proteção do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, incluindo como patrimônio nacional os bens de valor etnográfico, arqueológico, os monumentos naturais, além dos sítios e paisagens de valor notável pela natureza ou a partir de uma intervenção humana. A partir do tombamento de um destes bens, fica proibida sua destruição, demolição ou mutilação sem prévia autorização do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, SPHAN, que também deve ser previamente notificado, em caso de dificuldade financeira para a conservação do bem. Qualquer atentado contra um bem tombado equivale a um atentado ao patrimônio nacional.
Política Agrícola (Lei 8.171 de 17/01/1991) - Coloca a proteção do meio ambiente entre seus objetivos e como um de seus instrumentos. Num capítulo inteiramente dedicado ao tema, define que o Poder Público (federação, estados, municípios) deve disciplinar e fiscalizar o uso racional do solo, da água, da fauna e da flora; realizar zoneamentos agroecológicos para ordenar a ocupação de diversas atividades produtivas (inclusive instalação de hidrelétricas), desenvolver programas de educação ambiental, fomentar a produção de mudas de espécies nativas, entre outros. Mas a fiscalização e uso racional destes recursos também cabe aos proprietários de direito e aos beneficiários da reforma agrária. As bacias hidrográficas são definidas como as unidades básicas de planejamento, uso, conservação e recuperação dos recursos naturais, sendo que os órgãos competentes devem criar planos plurianuais para a proteção ambiental. A pesquisa agrícola deve respeitar a preservação da saúde e do ambiente, preservando ao máximo a heterogeneidade genética.
Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938, de 17/01/1981) - A mais importante lei ambiental. Define que o poluidor é obrigado a indenizar danos ambientais que causar, independentemente de culpa. O Ministério Público (Promotor de Justiça ou Procurador da República) pode propor ações de responsabilidade civil por danos ao meio ambiente, impondo ao poluidor a obrigação de recuperar e/ou indenizar prejuízos causados. Também esta lei criou os Estudos e respectivos Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), regulamentados em 1986 pela Resolução 001/86 do CONAMA. O EIA/RIMA deve ser feito antes da implantação de atividade econômica, que afete significativamente o meio ambiente, como estrada, indústria ou aterros sanitários, devendo detalhar os impactos positivos e negativos que possam ocorrer devido às obras ou após a instalação do empreendimento, mostrando como evitar os impactos negativos. Se não for aprovado, o empreendimento não pode ser implantado. A lei dispõe ainda sobre o direito à informação ambiental.
Recursos Hídricos (Lei 9.433 de 08/01/1997) - Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Define a água como recurso natural limitado, dotado de valor econômico, que pode ter usos múltiplos (consumo humano, produção de energia, transporte, lançamento de esgotos). Descentraliza a gestão dos recursos hídricos, contando com a participação do Poder Público, usuários e comunidades. São instrumentos da nova Política das Águas: 1- os Planos de Recursos Hídricos (por bacia hidrográfica, por Estado e para o País), que visam gerenciar e compatibilizar os diferentes usos da água, considerando inclusive a perspectiva de crescimento demográfico e metas para racionalizar o uso, 2- a outorga de direitos de uso das águas, válida por até 35 anos, deve compatibilizar os usos múltiplos, 3- a cobrança pelo seu uso (antes, só se cobrava pelo tratamento e distribuição), 4- os enquadramentos dos corpos d´água. A lei prevê também a criação do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos para a coleta, tratamento, armazenamento e recuperação de informações sobre recursos hídricos e fatores intervenientes em sua gestão.
Zoneamento Industrial nas Áreas Críticas de Poluição (Lei 6.803, de02/07/1980) - Atribui aos estados e municípios o poder de estabelecer limites e padrões ambientais para a instalação e licenciamento das indústrias, exigindo Estudo de Impacto Ambiental.
Municípios podem criar três zonas industriais:
1. zona de uso estritamente industrial: destinada somente às indústrias cujos efluentes, ruídos ou radiação possam causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente, sendo proibido instalar atividades não essenciais ao funcionamento da área;
2. zona de uso predominantemente industrial: para indústrias cujos processos possam ser submetidos ao controle da poluição, não causando incômodos maiores às atividades urbanas e repouso noturno, desde que se cumpram exigências, como a obrigatoriedade de conter área de proteção ambiental para minimizar os efeitos negativos.
3. zona de uso diversificado: aberta a indústrias, que não prejudiquem as atividades urbanas e rurais.
Fonte: www.guiafloripa.com.br
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Belos e venenosos.

                                                          Phyllobates Terribilis
             Ao ver esta imagem você deve pensar se tratar de mais uma rãzinha graciosa.

Olhe bem,não dá vontade de tocar?
Que dá...dá, mas não é possível e sabe por que?(Pois é até eu fiquei na dúvida aqui,é tanta forma de usar porque na língua portuguesa que a cabeça as vezes fica em parafusos,mas acertei,pois aqui significa por qual razão.. )....oh maravilha o blog também é cultura.

Por que  o veneno alcalóide desta rã, causa parada respiratória imediata e um único adulto do P.Terribilis tem homobatracotoxina suficiente para matar 20.000 cobaias ou 100 pessoas!
O site que serviu de base para esta matéria (Mundo Gump) menciona que  galinhas e cães morreram apenas ao entrar em contato com um papel toalha onde o sapo andou.
Este pássaro que a primeira vista parece inofensivo,também pode ser mortal é o Pitohui dichrous
Incrível mas o P. Terribilis, a homobatracotoxina é extremamente rara na natureza, só sendo encontrada em outros três sapos da Colômbia e dois pássaros venenosos de Papua, na Nova Guiné.
Na foto de Mark Chappel a dendrobates pumilio ou rã-flecha,outra bela venenosa.

Sabe-se também que embora esta defesa natural mate tudo que eventualmente o coma, o sapo tem como predador principal uma cobra Liophis epinephelus que é bem resistente ao seu veneno , mas não totalmente imune.
Então de onde provém este veneno encontrado neste sapinho?

O veneno alcalóide provém de insetos venenosos que fazem parte de sua dieta. Isso explica porque ao longo do tempo em cativeiro, o P. terribilis perde lentamente seu veneno. A criatura que transmite os alcalóides assassinos para a rã é um besouro da família Melyridae.
Para se ter uma idéia do poder letal do veneno deste pequeno besouro, dois décimos de micrograma desta toxina pode matar um humano em poucos minutos. Cada adulto contém 200 microgramas em sua pele.
Os índios pegam estas rãs com muito medo e passam as pontas das flexas nas costas delas. Depois de esfregadas, as flexas ficam letais por mais de dois anos. Assim, os índios pegam macacos e outros animais com mais facilidade. Para capturar a bizarra rãzinha, o índio tem que ser muito macho e usar uma folha de bananeira como luva de proteção.
Os médicos e laboratórios farmacêuticos estão estudando as moléculas da homobatracotoxina para encontrar um caminho para remédios mais potentes, como relaxantes musculares e anestésicos, uma vez que o veneno da rã teria potencial para dar origem a um anestésico bem mais potente que a morfina.
O P.Terribilis pode ter outras cores, como verde, branco e creme, além da versão amarelo-dourado aí da foto. Ele é encontrado na Colômbia, Bolívia, Equador, Brasil e por toda a área tropical da América do Sul, sobretudo na Amazônia, pois a rã vive em lugares úmidos e com muita chuva e calor.

Curiosidade:
O nome “batracotoxina” deriva do grego batrachos, que significa rã. As batracotoxinas (BTXs) foram descobertas em 1968-69 em extratos da pele de rãs da família Dendrobatidae do gênero Phyllobates provenientes das florestas tropicais do Oeste da Colômbia. Estas rãs são também conhecidas como “rãs dos dardos venenosos“ ou “rãs das setas venenosas”, porque os Índios nativos desta região das tribos Noanamá Chocó e Emberá utilizavam as secreções da pele destas rãs para fazer dardos venenosos. O uso do veneno das rãs para este fim é praticado apenas no Oeste Colombiano, onde vivem as espécies mais venenosas (Phyllobates terribilis, P.bicolor e P. aurotaenia, sendo a primeira a mais tóxica). No entanto, existem muitas outras espécies de “rãs dos dardos venenosos” menos tóxicas, que não são suficientemente venenosas para este uso, e que vivem nas florestas tropicais  do Sul da América Central e do Norte da América do Sul. 





A Pequena Rã-Flecha


Também conhecida como a "jóia da floresta tropical", essa pequena rã vive perto de água, no meio do húmus e dos limos, e também em ramos baixos. A atmosfera úmida da floresta tropical impede a pele dela de secar.
A rã venenosa vermelha e azul é agressiva e defende obstinadamente o seu território. Os machos é, as vezes, as fêmeas lutam com os intrusos, muitas vezes até a morte utilizando as possantes pernas traseiras. Elas raramente afastam do seu território.

Estas rãs, de cor viva e olhar apurado, alimentam-se de uma série de pequenos insetos, que capturam graças a sua língua comprida e viscosa. As rãs podem permanecer imóveis, esperando pacientemente até que sua presa esteja ao seu alcance. Só então lançam a sua língua retrátil e pegajosa para capturar a presa. A rã captura qualquer inseto que passe, e os que não são comestíveis são simplesmente cuspidos para longe.
Espero que tenham gostado....

Fontes desta matéria:Animalia/Mundo Gump/FFUP



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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DIA NACIONAL DOS RIOS


Não podíamos deichar de lembrar que hoje dia 24 de novembro é dia nacional dos rios.
E como tal  algumas belas imagens de rios.

Rio das Velhas

Rio São Francisco
Rio Araguaia
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México e suas belas paisagens...Uma delas a península de Yucatan

 O México é sem duvida um dos países mais belos do mundo,com uma geografia peculiar.
Herança dos antigos povos que ali habitavam.
Com uma área total de 1,972,550 Km² o país é conhecido pelas belas paisagens que fundem o novo e o antigo com muito charme.






Pólos extremos de uma nação guerreira.
A Cidade do México é o centro econômico e político do país e  uma das maiores metrópoles do mundo sendo responsável por uma quinta parte do PIB nacional do México e é a cidade mais rica e populosa do país, com mais de 9,5 milhões de habitantes .
Com uma área total de 1,972,550 Km² o país é conhecido pelas belas paisagens que fundem o novo e o antigo com muito charme.
A área metropolitana da Cidade do México ocupa o 8º lugar das cidades mais ricas do mundo ao possuir um PIB de 315 bilhões de dólares que deve se duplicar até 2020, colocando-a em sétimo lugar e em 4º lugar no continente.

A Cidade do México foi fundada pelos Astecas e corresponde à antiga Tenochtitlán, que exerceu desde os tempos coloniais uma notável influência intelectual em toda a América espanhola. Nessa época, com mais de 250 mil habitantes, a cidade já figurava entre as maiores do mundo.
A cidade é moderna, com intensas movimentações financeiras e negócios de primeiro mundo, em grande parte influenciados pela fronteira com os Estados Unidos.




 A península de Iucatã ou Iucatão (do castelhano Yucatán) é a porção setentrional de mesoamérica, que divide o Golfo de México do Mar Caraíbas no extremo sudeste da América do Norte e a parte norte da América Central, com um território de aproximadamente 145,000 Km² sendo assim é com isso a grande península do continente americano que adentra ao oceano Atlântico na América Central, constituindo-se no extremo sudeste do território do atual México, a oeste da Cuba e a nordeste da Guatemala. Foi o berço de grandes civilizações pré-colombianas como a dos maias e dos olmecas.
Na maioria deste território, com excepção de parte-a sul e dos litorais, é terra caliza e dura, carente de rios e de montanhas importantes, na que a água, para voltar ao mar, rompe brecha no subsuelo uma vez atingido o manto freático, formando cavidades e aguadas interiores conhecidas como cenotes, que os antigos pobladores, os mayas, usaram como reserva vital da água.
Na porção norte do litoral, a uns 7 Km. ao oriente do Porto de Progresso (Yucatán)
Progresso, encontra-se uma pequena população veraniega e de pescadores chamada Chicxulub em onde se estima que caiu um aerolito gigantesco denominado Baptistina, faz 65 milhões de anos, que formou um cráter gigantesco de aproximadamente 180 Km. de diámetro e que teve entre outras consequências desastrosas, o desaparecimento dos dinossauros da face da terra.
Em parte-a nordeste da península, a mais calcárea, a que foi mais agreste, se cultivó desde tempos inmemoriales o henequén, planta originaria da região, e que desde mediados do século XIX deu origem a uma agroindustria, que por muitos anos foi a principal actividade económica peninsular.
A Conquista de Yucatán levada a cabo por Francisco de Montejo com ajuda de Alonso de Ávila, ambos experimentados ex capitães de Cortês, começou em 1527. Foi esta uma tarefa harto difícil. A primeira campanha realizada pelo oriente da península entre 1527 e 1529, bem como a segunda campanha, realizada pelo ocidente da península entre 1530 e 1535, foram repelidas pelas tribos mayas, quem em forma organizada atacaram as posições espanholas na cidade real de Chichén Itzá.
Francisco de Montejo quem tinha conseguido o título de "adiantado" para a península de Yucatán, também tinha interesses nas gobernaciones de Guatemala, Chiapas e Tabasco, os quais distraíram sua atenção durante cinco anos, pelo que suspendeu as actividades de conquista entre 1535 e 1540.
Foram Francisco de Montejo e León "o Mozo" e Francisco de Montejo, o sobrinho quem conseguiram submeter pouco a pouco à cada uma das tribos mayas na cada jurisdição (Kuchkabal) dos ah Canul, tutul xiúes, cocomes, cheles, cupules, e outras em uma terceiro campanha que iniciou em 1540 e terminou em 1546.
Francisco de Montejo, reuniu-se com seu filho e sobrinho em San Francisco de Campeche em 1546 para exercer seu gobernación, mas uma nova rebelião das tribos mayas estalló coordenadamente na região, pelo que os Montejo tiveram que realizar um labor de reconquista em toda a zona oriental da península durante um ano mais, conseguindo seu objectivo em 1547.


As principais cidades da península

  • Yucatán: Mérida, ao noroeste da península
  • Quintana Roo: Cancún, no noroeste da península sobre a costa do Caribe mexicano.
  • Campeche: San Francisco de Campeche, ao sudoeste da península, no golfo que leva seu nome.
  • Campeche: Ciudad del Carmen, no extremo sudoeste. Na ilha com o mesmo nome.
  • Quintana Roo: Chetumal, ao extremo sureste de la península en el litoral caribeño.
  • Quintana Roo: Playa del Carmen, ao sul de Cancún, no litoral do Caribe.
  • Yucatán: Tizimín, na região ao noroeste do Estado de Yucatán.
  • Yucatán: Valladolid, na zona oriental do Estado de Yucatán.
  • Yucatán: Puerto Progreso, no litoral do Golfo, 30 km ao norte de Mérida.
  • Yucatán: Izamal, Uma das cidades mais antiguas da península, 70 km ao oriente de Mérida.
  • Campeche: Champotón, no sudoeste da península, ao sur de San Francisco de Campeche.
 Que tal conhecer a grande fortaleza?

Chichén Itzá
Entre as construções maias remanescentes do sítio arqueológico de Chichén Itzá, na península de Yucatán, está a pirâmide de degraus provavelmente também utilizada para fins ritualísticos. 

Fundada por volta de 514 a.C, a cidade de Chichén Itzá foi abandonada em 670 e reconstruída 300 anos mais tarde, quando se tornou o centro da cultura maia e a cidade mais importante do nordeste de Yucátan.
Sua arquitetura denota influência tolteca, civilização mexicana anterior aos maias. "O Castelo" em Chichén Itzá, México, foi erguido em harmonia com o calendário Maia. 

São 91 degraus em cada um dos quatro lados, totalizando, portanto, 364 degraus. 


 Curiosidades:
Foram os mayas quem estabeleceram as primeiras cidades na península, ainda que possivelmente tenha tido habitantes e poblamientos prévios (ca. 8000AC) que parecem se demonstrar com descobertas paleontológicos (Lol-Tun) relativamente recentes. Com relação aos mayas sabe-se, no entanto, que os primeiros dentre eles baixaram do Petén, para instalar na região suroriental da península na zona de Bacalar, Quintana Roo e que o fizeram para o ano 250 DC. Foram os Chanes, povo ou tribo maya que antecedió aos Itzáes, quem mais tarde, para o ano 525DC começaram a se mover para o oriente da península, fundando Chichén Itzá, Izamal, Motul, Ek Balam, Ichcaanzihó, hoje a Cidade de Mérida e Champotón.
Mais adiante, teve outros grandes centros urbanos mayas em Yucatán, ainda que a cada cidade tinha autogoverno e força militar (com similar organização às polis gregas), todos se identificavam como mayas. Na península as três cidades principais foram, aparte de Chichén Itzá, Uxmal e Mayapán. Estas formaram a Une de Mayapán que era uma espécie de confederación para ter apoio mútuo quanto a comércio e defesa de suas fronteiras. O poder desenvolvido pelo Triplo Aliança durou pouco, pois Hunac Ceel Cauich, senhor de Mayapán, brigou e derrotou a Chac Xib Chac de Chichén-Itzá, quem fugiram e estabeleceram-se no lago Petén-Itzá, ao norte de Guatemala, segundo o relato do Chilam Balam de Chumayel.
Muitas cidades peninsulares actuais em sua origem foram localidades mayas: Mérida (Tho), Campeche (Akimpech), Chetumal (Chaktemal), etc. Do mesmo modo, muitos nomes actuais são herdados do povo maya aos yucatecos modernos: Canul, Cahuich, Cohuó, Pech, Chi, Ai, Pat, Ucán, Tzec, Yah, Ixba são apellidos que ainda se conservam em pleno século XXI e têm sua origem nos antigos mayas.



Fontes: Wikypédia/wikilingue/Mistérios Antigos
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Algumas imagens pra você curtir e se divertir.....

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Fath....Uma prova viva de como a fé e o amor transforma uma vida....

A cadela Fath nasceu na véspera do Natal de 2002.
Nasceu sem as duas patas dianteiras e foi rejeitada pela sua mãe e pelo seu primeiro dono que até pensou em sacrificar o animal.
Foi ai que entrou em sua vida Jude Stringfellow sua atual dona,que deu tudo o que faltava para a cachorrinha sobreviver....Muito amor e carinho...
Veja que linda História de Fé,amor e perseverança e se emocione...
Este mundo ainda tem jeito!


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Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

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