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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ophiophagus é a cobra mais letal do mundo....


É considerada a maior serpente peçonhenta do mundo. Seu tamanho pode chegar a 5,5 metros. Embora, normalmente ande arrastando-se como as demais serpentes, ela também pode erguer 1/3 do seu corpo e andar com a cabeça a 1,8 metros de altura; tornando-se ainda mais assustadora. Tem um comportamento agressivo, no qual expande o capelo (capuz) injetando em suas vítimas, uma quantidade enorme de peçonha. Em cada picada injeta 3 ml de peçonha, o suficiente  para matar um elefante,um tigre ou 14 pessoas adultas. Há quem diga que uma única picada pode conter 15 ml de peçonha.O coquetel de substâncias peçonhentas que é injetado dificilmente consegue soro suficiente para neutralizá-lo. Embora sua peçonha não seja a mais tóxica do mundo, ainda assim, torna-se uma das mais mortíferas pela grande quantidade com que é injetada.
Pode ser encontrada na Ásia, China, Malásia, Indonésia e Filipinas,em alguns destes países é venerada. É considerada a mais inteligente entre as serpentes e vive até 20 anos.
Caça durante o dia ou durante a noite. É uma excelente escaladora de árvores. Seu hábitat é dos mais diversificados, podendo viver em ambientes com até 1.900 metros de altitude.
Hábito alimentar. Seu gênero Ophiophagus é uma derivação de ofiófaga, que quer dizer: comedora de cobra. Embora tenha um cardápio diversificado, especializou-se em comer najas. Seu corpo possui substâncias imunes à peçonha da naja. A peçonha da cobra-rei tem ação neurotóxica e contém substâncias que neutralizam a peçonha das outras serpentes.
Reprodução.
A cobra-real (Ophiophagus hannah) possui algumas curiosidades reprodutivas desconhecidas em outras serpentes: é a única serpente do mundo que constrói um ninho para chocar os ovos. Depois de enrolar o corpo, puxa para junto de si, folhas e galhos de plantas para a construção do mesmo. Depois de colocar seus ovos no centro do ninho, ela os choca, tendo em geral, o macho por perto para lhe dar proteção. O período de incubação é de aproximadamente 60 dias e põe entre em média 24 ovos, e fica enroscada nos ovos até que estes ecludam, o que dura entre 60 e 80 dias.. Os filhotes nascem com 35 cm de comprimento e depois de fazer a primeira muda (10 dias depois), estão prontos para caçar, mesmo porque a peçonha, logo após o nascimento é tão potente quando a dos adultos. Também digno de nota é que, a fêmea pode devorar o macho e vice-versa, quando ambos se encontram para o acasalamento.

Um caso famoso envolvendo esta cobra aconteceu em 2006 um encantador de serpentes que ficou famoso como o "Rei das Cobras da Malásia" morreu depois de ser picado por uma ophiophagus durante um show , em Kuala Lumpur, capital malaia.

O encantador de serpentes foi levado para um hospital, mas acabou falecendo  estas informações  foram divulgadas pela BBC Brasil.

Ali Khan Samsudin, de 48 anos, ganhou o seu apelido no começo da década de 90, quando passou 12 horas por dia durante 40 dias em um pequeno quarto com 400 cobras. Em 1997, ele conseguiu outro título – o de "Rei dos Escorpiões" e entrou para o Livro Guinness dos Recordes, depois de se fechar em uma caixa com 6 mil escorpiões durante três semanas. A cobra que matou Samsudin foi uma Ophiophagus hannah de cerca de seis metros. Conhecida como Cobra-Rei, essa espécie é capaz de produzir veneno suficiente para matar um elefante com uma única mordida.Durante sua vida, ele teria sido picado 99 vezes. "Ele tinha sido picado por cobras-rei em outras três ocasiões", disse o seu filho, Amjad Khan, de 21 anos. "Então achávamos que não haveria problema", afirmou.
Khan, que disse ao diário britânico Daily Star que brinca com cobras desde que tinha três anos, disse que pretende seguir a carreira do seu pai.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Cuidado uma ave pode se chocar contra a sua janela...

Interessante como a vida se adapta ao sistema a sua volta,mas algumas coisas não acontecem naturalmente e este ciclo é quebrado.
Vejamos uma situação,São Paulo 10:30 da manhã de terça-feira,muito calor na capital paulistana.
Um Sabiá paira por sobre um dos arranha-céus do bairro de Moema zona sul de SP quando seu voo é bruscamente interrompido por um estrondo.
O impacto faz a ave despencar de um altura considerável.
O que aconteceu?
A ave não viu ou viu algo além do vidro espelhado que adorna as janelas do prédio.
Situação bem comum em várias cidades urbanas espalhadas pelo Brasil.
O espelho reflete a luz do sol e da uma visão do céu e de uma mesma ave ao pássaro ele parte em sua direção e o choque é inevitável.Todos os anos milhares de aves perdem a vida se chocando contra prédios,sendo eletrificadas por fios de alta tensão,torres de comunicação etc...

Os pássaros vão em direção a sacadas dos prédios em busca de um pouso seguro ou apenas em busca das plantas ornamentais destas sacadas.
Aves são propensas a colisão,aves migratórias costumam se orientar a noite pelas estrelas e se confundem com as luzes brilhantes no alto dos prédios,alguns vão desorientados tanto tempo que acabam caindo pelo cansaço.
No Brasil morrem cerca de 100 milhões de aves por ano no país, em colisões.

Na foto apresentada nesta reportagem sete aves morreram em um choque contra uma vidraça em Santa Catarina .
Num estudo feito mais de 100 animais, de 20 espécies diferentes, morrem nas fachadas espelhadas da Procuradoria-Geral da República, em Brasília.
Um único prédio nos EUA causou a morte de 20.700 aves num período de 14 anos,entre estas aves ameaçadas de extinção.na Austrália em um único ano morreram 30 Periquitos-Andorinhas espécie que conta com apenas 2.000 exemplares vivos no mundo.Algumas espécies encontradas apenas em museus já foram encontradas mortas após a colisão equipamentos técnologicos.
Algumas técnicas já estão sendo usadas em vários países do mundo para identificar janelas e evitar estas colisões.
Como por exemplo adesivos e outros objetos bem visíveis para as aves.
Quanto aos prédios a noite o desligamento das luzes ja ajuda. Em alguns prédios redes estão sendo instaladas para que aves não confundam as vidraças com o céu.
Só isso já reduz em 80% as mortes destas aves.
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domingo, 20 de dezembro de 2009

Planeta terra....


Desastres naturais:Enchentes,secas,tsunamis e outras ações da natureza foram previstas por pesquisadores a muito tempo,tudo isso provocado pela ação do homem contra a natureza.
O Pnuma ( Programa das Nações Unidas para o meio Ambiente)publicou um relatório extenso,sobre esta ação direta e alertando para que tomemos uma medida para corrigir os danos causados ao meio ambiente.
Numa declaração ao jornal Globe and Mail,Klaus Toepfter diretor executivo do Pnuma disse: Sabemos o suficiente para ver que se nos omitirmos agora podemos ter sérios problemas para os habitantes deste extraordinário planeta azul até 2032.
Desde de que foi instituido em 1972 o Pnuma obteve exito na melhora da qualidade das águas fluviais na Europa e América do norte,além das restrições químicas impostas ajudaram a reverter em parte o dano na camada de ozônio de acordo com o Toronto Star.
Outras ações também estão contribuindo no programa de reflorestação ambiental em países como Canadá,EUA,Finlândia e Noruega,mesmo assim o crescimento ecônomico sem restrições poderá causar danos irreveissíveis na vida selvagem e na biodiversidade.
Cerca de metade dos rios no mundo estão poluídos,oitenta países do mundo 40% da população do mundo estão enfrentando graves problemas de falta de água,isto incluí a região Nordeste do Brasil.
"Uma ação decisiva pode produzir resultados positivos ou seja planos concretos,com projetos concretos" Toefter.
Esta é uma esperança compartilhada por todos que acompanharam a conferencia do clima na Dinamarca estes dias,que nos fez pensar mais claramente sobre o futuro de toda a humanidade.
Poucos decidindo o futuro de muitos,esta frase vocês já leram aqui estes dias.
Meu sentimento é de lastima quanto ao resultado da conferencia,nada de concreto foi dito apenas imposto pelos grandes em relação aos pequenos.
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sábado, 19 de dezembro de 2009

Maria-Leque (Onychorhynchus coronatus)


Maria-leque, Royal Flyatcher (Onychorhynchus coronatus), é uma  ave de beleza singular, o macho tem o penacho vermelho vivo e na fêmea o mesmo é amarelo em tons que adquirem pequenas bolas pretas azuladas,além da beleza este penacho também serve para intimidar seus predadores.
Para muitos pesquisadores é um desafio e tanto,pois é muito raro conseguir uma boa foto devido ao seu hábito de esconder-se por entre as folhagens. Geralmente é encontrado na região dos igarapés e riachos da região amazônica.
Constrói seu ninho com folhas secas, nos arredores de riachos sombreados. Geralmente sua ninhada e de 2 ovos.
Apesar de viver habitar várias regiões da amazônia brasileira e de Minas Gerais ao Paraná e de ser  encontrada também nos demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia,esta ave se tornou rara por ter seu habitat natural destruído por queimadas e pela ocupação desordenada.

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Matérias ricas na net.....

Internet também é cultura e é uma das principais fontes de informação para os amantes da história.

foto: Janduari Simões
No sul do estado do Amapá foram descobertos vários sítios arqueológicos, com dezenas de urnas antropomorfas da cultura  Maracá.




       Matéria interessante do site:        www.edhorizonte.com.br/revista/index.php?acao...


Quando o assunto é a conservação da natureza, o extremo norte do Brasil é uma região privilegiada. Com mais de 70% do território coberto por áreas protegidas, como parques nacionais, terras indígenas e reservas biológicas e extrativistas, o Amapá abriga um mosaico de paisagens naturais altamente biodiversas, que só agora começa a ser conhecida pela ciência. A opção de manter a floresta em pé, no entanto, representa um desafio para os amapaenses. Eles precisam criar condições para utilizar esse tesouro florestal como motor do desenvolvimento econômico e compromisso social, gerando renda e proporcionando um futuro mais promissor para a população, com responsabilidade ambiental.

Achados mostram como os primeiros habitantes ocuparam a Amazônia

Arqueólogos do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA) descobriram em 2005, no município de Calçoene, vestígios de uma edificação em pedra que pode ter sido utilizada como observatório astronômico pelos antigos habitantes das Américas. O monumento de 127 blocos de pedra talhada, fincado no solo e arranjado em círculo tornou-se visível depois que um produtor rural derrubou a floresta para abrir pasto. O achado impressiona porque pode contribuir para mudar as teorias sobre a ocupação da região pelos primeiros habitantes do continente.

O Amapá é um campo promissor para descobertas arqueológicas, herança das populações que ocuparam as zonas mais planas e férteis, próximas aos rios, muito tempo antes da chegada dos europeus. Os vestígios indicam que essas culturas surgiram por volta do século 1 e se extinguiram pouco depois do descobrimento do Brasil. No século 19, elas começaram a ser estudadas pelo arqueólogo Domingos Ferreira Penna, que descobriu um sítio arqueológico nas margens do rio Maracá, a 130 km de Macapá, contendo urnas funerárias com formas humanas. No norte do estado, destaca-se a cultura Cunani, pesquisada pela primeira vez em 1895 por Emílio Goeldi, cientista suíço radicado no Pará, que descobriu no local jarros, bandejas, moringas e outras peças decoradas com diversos motivos geométricos.
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Mainá do Bali


 
 
O Mainá do Bali (Leucopsar rothschildi) é uma espécie endêmica de Bali ameaçada de extinção devido à captura ilegal para comércio e à destruição do habitat causada pela desflorestação.Tem como característica ser totalmente branco com uma longa crista caída, ponta da cauda e asas pretas. A pele em volta dos olhos azul, pernas acinzentadas e bico amarelo. Os dois sexos são similares.

A raridade faz desta espécie um símbolo de elevado estatuto social na Indonésia. Protegido por lei desde 1970, o Mainá tem sido alvo de reintroduções no meio natural, mas a captura ilegal faz baixar os números continuamente. No final do século XX, existiam apenas 12 aves em liberdade, todas no Parque Nacional de Bali Barat, onde, infelizmente, continuam a ocorrer capturas ilegais. Calcula-se que existam cerca de 1000 animais, desta espécie em cativeiro que se alimenta de insectos, frutos e pequenos répteis.
O Mainá existe no Jardim Zoológico de Lisboa, entidade que participa num Programa Europeu de Reprodução da espécie, com alguns casais já nascidos em cativeiro e dos quais se espera reprodução. 
 
Agradecimentos a Wikypédia e ao site www.rss88.com/c/90777.html
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dragão de Komodo

Dragão-de-komodo vive nas ilhas de Komodo,Pertence à família de lagartos-monitores e é a maior espécie de lagarto conhecida, chegando a atingir 2-3 m de comprimento e 70 kg de peso.
O seu tamanho invulgar é atribuído a gigantismo insular, uma vez que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho ecológico nas ilhas onde ele vive, e também ao seu baixo metabolismo. Como resultado deste gigantismo, estes lagartos, juntamente com as bactérias simbiontes , dominam o ecosistema  onde vivem. Apesar dos dragões-de-komodo comerem principalmente carniça, eles também caçam e fazem emboscadas a presas incluindo invertebrados,aves e mamíferos.
A época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae  abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insetos . Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais.
Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese , no qual ovos viáveis são postos sem serem fertilizados por machos.

Os dragões-de-komodo foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910. O seu grande tamanho e reputação feroz fazem deles uma exibição popular em zoológicos . Na natureza, a sua área de distribuição contraiu devida a actividades humanas e estão listadas como espécie vulnerável pela UICN. Estão protegidos pela lei da Indonésia, e um parque nacional, o Parque Nacional de Komodo, foi fundado para ajudar os esforços de protecção.
O dragão-de-komodo é conhecido, para os nativos da ilha de Komodo, como ora, buaya darat (crocodilo da terra) ou biawak raksasa (monitor gigante)
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Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

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