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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Arvores em extinção no nosso país....Você sabe quais?

Desde já agradecemos aos sites: www.estradas.com.br
www.arvores.brasil.nom.br  e Wikipédia



Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), há diferentes estados de conservação para considerar uma espécie ameaçada de extinção: vulnerável, rara e em perigo. Árvores como pau-brasil, jequitibá, sapucaia, mogno, jatobá, jacarandá, imbuia, araucária, entre outros, estão nessa lista, dentro de uma das três classificações.

Todos os anos, no dia 21 de setembro, quando se comemora o Dia da Árvore, acontecem ações em todo o país para promover o plantio. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente lançou a “Campanha 7 bilhões de árvores”, iniciativa mundial para que pessoas, iniciativa privada, governos e organizações não-governamentais (ONGs) plantem árvores e forneça os dados a fim de que a contagem seja feita. Há também ONGs que aceitam doações em dinheiro para plantio, bem como sites que, de acordo com o número de cliques dos visitantes, recebem verba de empresas.

Vamos falar um pouco das espécies em extinção e nesta postagem conheça a arvore que além ser simbolo ainda da nome ao nosso país,o Pau-Brasil
.

Pau-Brasil

Você sabia que o nome original da arvore que dá nome ao país é Ibirapitanga?
Que quer dizer...madeira vermelha.
O nome popular em português deriva da cor de brasa da resina vermelha contida na sua madeira.

A árvore alcança entre 10 e 15 metros de altura e possui tronco reto, com casca cor cinza-escuro, coberta de acúleos, especialmente nos ramos mais jovens.
As folhas são compostas bipinadas, de cor verde médio, brilhantes.
As flores nascem em racemos eretos próximo ao ápico dos ramos. Possuem 4 pétalas amarelas e uma menor vermelha, muito aromáticas; no centro encontram-se 10 estames e um pistilo com ovário súpero alongado.
Os frutos são vagens cobertas por longos e afiados espinhos, que devem protegê-los de pássaros indesejáveis, pois estes comeriam os frutos. Contém de 1 a 5 sementes discoides, de cor marrom. A torção do legume, ao liberar as sementes, ajuda a aumentar a distância da dispersão.
O município pernambucano de São Lourenço da Mata possui hoje a maior reserva nativa da espécie. A Reserva Tapacurá possui aproximadamente 100 mil pés de pau-brasil.
Afirmam alguns historiadores que o corte do pau-brasil para a obtenção de sua madeira e sua resina (extraída para uso como tintura em manufaturas de tecidos de alto luxo) foi a primeira atividade econômica dos colonos portugueses na recém-descoberta Terra de Santa Cruz, no século XVI e que a abundância desta árvore no meio a imensidão das florestas inexploráveis teria conferido à colônia o nome de Brasil.
Na realidade, no século XV uma árvore asiática semelhante, com o mesmo nome Brazil, já era usada para os mesmos fins e tinha alto valor na Europa, porém era escassa. Os navegadores portugueses que aqui aportaram imediatamente observaram a abundância da árvore pelo litoral e ao longo dos rios de planície. Em poucos anos, tornou-se alvo de muito lucrativo comércio e contrabando, inclusive com corsários franceses atacando navios portugueses. Foi uma das expedições de corsários liderada por Nicolas Durand de Villegaignon, em 1555, que estabeleceu uma colônia que hoje se chama Rio de Janeiro (a França Antarctica). A planta foi citada em Flora Brasiliensis por Carl Friedrich Philipp von Martius.
A resina vermelha era utilizada pela indústria têxtil europeia como uma alternativa aos corantes de origem terrosa e conferia aos tecidos uma cor de qualidade superior. Isto, aliado ao aproveitamento da madeira vermelha na marcenaria, criou uma demanda enorme no mercado, o que forçou uma rápida e devastadora "caça" ao pau-brasil nas matas brasileiras. Em pouco menos de um século, já não havia mais árvores suficientes para suprir a demanda, e a atividade econômica foi deixada de lado, embora espécimens continuassem a ser abatidos ocasionalmente para a utilização da madeira (até os dias de hoje, usada na confecção de arcos para violino e móveis finos).
O fim da caça ao pau-brasil não livrou a espécie do perigo de extinção. As atividades econômicas subsequentes, como o cultivo da cana-de-açúcar e do café, além do crescimento populacional, estiveram aliadas ao desmatamento da faixa litorânea, o que restringiu drasticamente o habitat natural desta espécie. Mas sob o comando do Imperador Dom Pedro II, vastas áreas de Mata Atlântica, principalmente no estado do Rio de Janeiro, foram recuperadas, e iniciou-se uma certa conscientização preservacionista que freou o desmatamento. Entretanto, já se considerava o pau-brasil como uma árvore praticamente extinta.
No século XX, a sociedade brasileira descobriu o pau-brasil como um símbolo do país em perigo de extinção, e algumas iniciativas foram feitas no sentido de reproduzir a planta a partir de sementes e utilizá-la em projetos de recuperação florestal, com algum sucesso. Atualmente, o pau-brasil tornou-se uma árvore popularmente usada como ornamental. Se seu habitat natural será devastado por completo no futuro, não se sabe, mas a sobrevivência da espécie parece assegurada nos jardins das casas e canteiros urbanos.
Em 1924, Oswald de Andrade fez um manifesto sobre a nova poesia brasileira intitulado "Manifesto da Poesia Pau-Brasil".
A madeira do pau-brasil pode ser, talvez, a mais valiosa do mundo atualmente; é considerada incorruptível, por não apodrecer e não ser atacada por insetos. Seu uso, dadas a escassez e a proteção, restringe-se ao fabrico de arcos de violinos, canetas e joias.

Curiosidade:
O primeiro contrato comercial para a exploração do pau-brasil foi feito em 1502, o que levou o Brasil a ser conhecido como "Terra Brasilis", ligando o nome do país à exploração dessa madeira avermelhada como brasa. 
Nem ao menos a mais rigorosa das penas, a de morte, prevista no Regimento sobre o Pau-Brasil de 1605, conseguiu inibir a quase extinção dessa madeira pela ação do homem. 

Um livro sobre o Pau-Brasil acaba de ser lançado, comandado pelo conhecido historiador Eduardo Bueno, com a colaboração de vários autores renomados do Brasil e exterior, revelando a importância histórica e econômica do Pau Brasil no país e denunciando a sua extinção. No Parque Nacional do Pau-Brasil, na Bahia, existem menos de 300 árvores catalogadas.
“A razão da extinção do Pau-Brasil é decorrente de ter perdido a importância econômica, já que sua aplicação mais comum hoje em dia é para a produção de arcos de violino, para a qual é considerada insubstituível em termos de qualidade. Por isso, acreditamos que somente os brasileiros plantando mudas poderemos gerar receita e estimular a produção,” afirma Rizzotto.

A árvore símbolo do nosso país é extremamente antiga. Estima-se que sua época áurea foi há 16.000 anos, quando o Brasil estaria repleto de exemplares. Com a chegada dos portugueses, em 1500, logo o Pau-Brasil passou a ser extraído brutalmente para ser vendido na Europa, devido à tinta vermelha que pode ser extraída de sua madeira.
Na maioria das cidades brasileiras não existe mais nenhuma árvore de Pau-Brasil. Eventualmente são encontrados exemplares em alguns lugares. “Nós queremos que as pessoas que possuem essas árvores, ou que sabem da localização de exemplares, nos informem, para que possamos fazer um mapeamento da árvore no Brasil e estimular as prefeituras e a sociedade para identificá-las e contribuir para a conscientização de que não podemos permitir que essa árvore se extingua. Seria um crime histórico”, adverte Rizzotto.
 

Pela Lei nº 6.607, de 7 de Dezembro de 1978, o Pau-Brasil foi declarado Árvore Nacional do Brasil. 


O melhor e único modo de evitar a extinção de diversas espécies é a nossa consciência de que sem a natureza não somos nada....Diga-se de passagem que sem arvores não há oxigênio.

12 comentários:

Amadeu Paes on novembro 11, 2010 disse...

EU tenho uma chacará aqui na região do ABC paulista e os Palmitos são arvores em extinsão, inclusive eu 3 que são de estimação.

Um abç.

Anônimo disse...

Eu moro em Ajuricaba , em nossa praça tem o Pau-brasil.E muitas outras árvores.BJS !!! Rocheli Brigo . Venha conhecer nossa cidade

Anônimo disse...

o pau-brasil ainda e extraído e comercializado?

Gabriel Pimentel Velloso disse...

o pau-brasil ainda é extraído e comercializado?

Anônimo disse...

O pau-brasil ainda é extraído e comercializado?

Anônimo disse...

o pau-brasil ainda e extraído e comercializado?

Anônimo disse...

uyuy

Anônimo disse...

obrigada pelo site maravilhoso , minha professora pedio exatamente o que fala aqui .
parabéns

Anônimo disse...

tenho o maior orgulho por ter duas arvores do pau-brasil.moro numa chácara, em Barretos,sp.

Anônimo disse...

moro numa chácara em /barretos,sp. e estou procurando mudas de arvores frutiferas em extinçao para criar o recanto dos pássaros.zulmira .Av.alpa,252,Ibirapuera,Barretos sp.

Anônimo disse...

gente que enganaçao e essa qual soa as verdadeiras arvores em extinçao

Anônimo disse...

onde essa arvores são adaptadas?




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Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

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