diHITT - Notícias O Reino dos Bichos: Brasil um gigante por Natureza! BlogBlogs.Com.Br

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Brasil um gigante por Natureza!

Para falar das riquezas deste nosso Brasil seria preciso centenas de folhas,no caso da internet, pages e ainda assim faltaria espaço.
Somos um povo rico em varias vertentes.
Na arte,na geografia,na cultura,em recursos naturais.
Por isso os olhos do mundo estão volatdos para este gigante da américa do sul.
Todos sem exceção amamos esta terra,mas este amor é contestavel.
 A pergunta então é por que contestável?
Quando o futuro de tantos fica na mão de tão poucos tudo é contestável.
Será que nossos governantes estão preparados para tanto poder?
Não estamos a venda.
Quando digo não estamos,me refiro ao povo,a nossa cultura,aos nossos mares(o hino nacional diz veemente" nossos bosques tem mais vida,nossa vida em teu seio mais amores"),nossa liberdade,nossa vasta e maravilhosa miscigenação,nossa fauna e flora tudo o que compõe e forma este país. 
Então o que dizer nos dias atuais deste Gigante pela própria natureza.
Temos de cuidar do que é nosso.
Somos um povo sofrido,mas guerreiro.
E passamos por um periodo de transição.
Vamos falar então um pouco deste rico e belo país.
Riquezas naturais
Riqueza hídrica:O Brasil é muito rico em termos hídricos, pois além de possuir inúmeros rios tem segundo maior rio do mundo, o rio Amazonas.
Possui quatro grandes bacias hidrográficas:
Bacia Amazônica:É a maior bacia hidrográfica do mundo, com 3.984.467 km2 em terras brasileiras. O rio Amazonas é o principal com 6.570 km, dos quais 3.165 km situam-se em território brasileiro. Sua largura média é de 4 a 5 km, chegando em alguns trechos a mais de 50 km.
Bacia Tocantins-Araguaia:Maior bacia inteiramente brasileira, ocupando uma área de 803.250 Km2. É a terceira do país em potencial hidrográfico e é navegável em muitos trechos.
Bacia do São Francisco: Sua extensão é de 631.133 km2, equivalendo a 7,5% do território brasileiro. É navegável em cerca de 2.000 Km e tem grande potencial hidrelétrico. Permite a prática de agricultura em suas margens e oferece condições para a irrigação artificial de áreas mais distantes.
Bacia Platina:Formada pelas bacias do Rio Paraná (a mais extensa e com o maior potencial hidrelétrico instalado no Brasil), do Rio Paraguai (com mais de 2000 Km de extensão) e do Rio Uruguai (com 1500 Km de extensão).Há ainda algumas bacias secundárias que se constituem de grandes rios, como os rios Jaguaribe no Ceará; Parnaíba na divisa dos estados do Maranhão do Piauí.; Ribeira de Iguape e rio Paraíba do Sul no estado de São Paulo; Itajaí em Santa Catarina etc.
Riqueza florestal:
O Brasil possui ainda áreas florestadas significativas.
Tem a maior floresta do mundo, a Floresta Amazônica com mais de 6 milhões de km2 dentro de seu território, ocupando os Estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e oeste do Maranhão). Esta floresta possui riquezas incalculáveis a se explorar de forma sustentável sendo potencial fornecedora de madeira, ervas medicinais, potencial turístico etc.Na região sudeste encontram-se os últimos trechos da Mata Atlântica, considerada a mais rica floresta do mundo em biodiversidade por km2. Mas devido estar na área mais populosa do país, está sob forte pressão e devastação.
Biodiversidade: O Brasil é o país de maior biodiversidade do mundo.
Economia brasileira:A economia brasileira atual está baseada na agricultura (algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, laranja, soja), pecuária (bovinos, suínos, ovinos, aves), pesca, mineração (bauxita, ferro, manganês, ouro), indústria (de transformação, de bens de consumo e bens duráveis). O Brasil é grande exportador de minérios de ferro e seus concentrados, aviões, soja, pastas químicas de madeira, automóveis, calçados, suco de laranja, café etc.

Citando algumas riquesas brasileiras:
O Pampa Gaucho.

São montes e campos cobertos de verde. Do alto, tudo se revela ao olhar do gavião caboclo: banhados cheios de flores, rochas que formam esculturas naturais. E os gaúchos, que trabalham nas estâncias de gado.

O bioma Pampa se estende por 750 mil quilômetros quadrados. Ocupa todo o Uruguai, parte da Argentina e mais da metade do Rio Grande do Sul. Uma terra disputada durante séculos - antes de se tornar território brasileiro.

"Foi de Espanha, foi de Portugal, foi de Espanha, era uma fronteira flutuante, foi muito questionada, foi muito mexida. Até que virou Rio Grande do Sul definitivamente, Brasil", explica o pecuarista Antônio Minga Blanco.

Da imensidão do Pampa veio o jeito de ser do peão e a vocação para criar rebanhos, graças ao pasto natural, cheio de ervas, arbustos e 450 tipos diferentes de gramas.

O tapete verde tem mais de mil espécies de plantas rasteiras. A variedade também está na paisagem. Há tem colinas, ondulações que no Rio Grande do Sul recebem o nome de coxilhas. Às vezes revela surpresas como cerros e vales, e um horizonte que se perde na distância.

As árvores nativas indicam o caminho das águas. Elas formam galerias ao longo dos rios. No Pampa, vivem mais de 400 espécies de animais, como o veado campeiro, o graxaim e muitos pássaros. As emas, maiores aves das Américas, correm risco de extinção. Outros bichos já desapareceram.

"Não temos registro da ocorrência de uma espécie bem característica desta região, que é o lobo-guará, há mais de oito anos", conta a zootecnista Cristina Genro.

Hoje, o Pampa está desprotegido. A pedido do Ministério do Meio Ambiente, ele foi mapeado por uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - e os dados são alarmantes: dos 40% da área que ainda restam da vegetação original, menos de 1% está em reservas.

"Nós imaginamos o campo como sendo uma área que um dia foi floresta, quando, na verdade, sempre foi campo. Ele tem portanto uma composição de espécies toda original, toda peculiar, e isso o torna tão importante em termos de preservação como qualquer núcleo de floresta, seja de araucária, seja de Mata Atlântica, seja de Floresta Amazônica", aponta o professor de ecologia da UFRGS Heinrich Hasenack.

Hoje essas espécies são atacadas por plantas invasoras, como o capim anoni - que não deixam as pastagens nativas se desenvolverem e são menos nutritivo para o gado. A agricultura também já tomou grande parte do bioma. Há 600 mil hectares ocupados por pinhos e eucaliptos, usados pela indústria de celulose.

"Todas as espécies, tanto vegetais quanto animais nativas e silvestres que viveriam ali vão perder aquele espaço. Espécie que é adaptada à área de campo, área aberta que recebe bastante sol, ela não consegue se adaptar em áreas de florestas", diz a analista ambiental Eridiane Lopes da Silva.

O desafio é combinar vida rural e preservação.

"Alguns campos têm que ser diferidos, ou seja, tirar os animais, deixar as plantas se recuperar, deixar as plantas sementarem para aumentar a frequência das boas espécies", explica o engenheiro agrônomo Carlos Nabinger.

Na terra do Minuano, o vento que traz o frio do Sul, o trabalho do peão tocando o rebanho é mais que uma imagem bonita. É tradição, onde pode estar a chave para o futuro do Pampa.
Fonte: Portal MS

Região Centro Oeste

Os indígenas foram os primeiros habitantes da 
Região Centro-Oeste. Posteriormente chegaram os bandeirantes, que descobriram muitas minas de ouro e fundaram as primeiras vilas: Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá, atual capital do Estado de Mato Grosso; Vila Boa, atual cidade de Goiás e Meya Ponte, hoje Pirenópolis. Surgiram arraiais que se tornaram cidades importantes. A descoberta de diamante deu origem a vila chamada corrutela.

Os fazendeiros de Minas Gerais e de São Paulo, também povoaram a região. Eles organizaram grandes fazendas de criação bovina.

Para defender as fronteiras do Brasil com os outros países, foram criados fortes militares. Entre eles, destaca-se o Forte de Coimbra, hoje a cidade de Corumbá. Em volta desses fortes surgiram povoados.

O povoamento aumentou com a construção de estradas de ferro e, mais tarde, com o aparecimento das rodovias e das hidrovias.

A construção de Brasília como sede do governo brasileiro, também contribuiu para o povoamento e o desenvolvimento sócioeconômico da região.
Desde a primeira constituição republicana, de 1891, havia um dispositivo que previa a mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para o interior do país, determinando como "pertencente à União, no Planalto Central da República, uma zona de 14.400 quilômetros quadrados, que será oportunamente demarcada, para nela estabelecer-se a futura Capital Federal". Fato interessante dessa época foi o sonho "premonitório" tido pelo padre italiano São João Bosco, no qual disse ter visto uma terra de riquezas e prosperidade situada próxima a um lago e entre os paralelos 15 e 20 do Hemisfério Sul. Acredita-se que o sonho do padre seria a futura capital brasileira, pelo qual o padre, posteriormente canonizado, se tornou o padroeiro de Brasília.

No ano de 1891 foi nomeada a Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil, liderada pelo astrônomo Luís Cruls e integrada por médicos, geólogos e botânicos, que fizeram um levantamento sobre topografia, o clima, a geologia, a flora, a fauna e os recursos materiais da região do Planalto Central. A área ficou conhecida como Quadrilátero Cruls e foi apresentada em 1894 ao Governo Republicano. A comissão designava Brasília com o nome de "Vera Cruz".

Em 1922, no ano do Centenário da Independência do Brasil, o Deputado Americano do Brasil apresenta um projeto à Câmara incluindo entre as comemorações a serem celebradas o lançamento da Pedra Fundamental da futura Capital, no Planalto Central.[15] O então Presidente da República, Epitácio Pessoa, baixa o decreto nº 4.494 de 18 de janeiro de 1922, determinando o assentamento da Pedra Fundamental e designa para a realização desta missão, o engenheiro Balduino Ernesto de Almeida, Diretor da estrada de ferro de Goiás com sede em Araguari, Minas Gerais. No dia 7 de setembro de 1922, com uma caravana composta de 40 pessoas é assentada a Pedra Fundamental no Morro do Centenário, na Serra da Independência, situada a nove quilômetros da cidade de Planaltina.

Apenas no ano de 1955, durante um comício na cidade goiana de Jataí, o então candidato à presidência, Juscelino Kubitschek, foi questionado por um eleitor se respeitaria a Constituição, interiorizando a Capital Federal, ao que JK afirmou que iria transferir a capital. Eleito presidente, Juscelino estabeleceu a construção de Brasília como "meta síntese" de seu "Plano de Metas".
O traçado de ruas de Brasília obedece ao plano piloto implantado pela empresa Novacap a partir de um anteprojeto do arquiteto Lucio Costa, escolhido através de concurso público. O arquiteto Oscar Niemeyer projetou os principais prédios públicos da cidade. Para fazer a transferência simbólica da capital do Rio para Brasília, Juscelino fechou solenemente os portões do Palácio do Catete, então transformado em Museu da República, às 9 da manhã do dia 21 de abril de 1960, ao que a multidão reagiu com aplausos. A cidade de Brasília foi fundada no mesmo dia e mês em que se lembra a execução de Joaquim José da Silva Xavier, líder da Inconfidência Mineira, e a fundação de Roma.

O princípio básico das estratégias políticas de Juscelino Kubitschek, segundo o próprio, era apropriado do moralista francês Joubert, para quem "não devemos cortar o nó que podemos desatar". Com base nessa máxima, Kubitschek viabilizou a construção de Brasília, oferecendo várias benesses à oposição, criando fatos consumados e queimando etapas. Apesar de a cidade ter sido construída em tempo recorde, a transferência efetiva da infra-estrutura governamental só ocorreu durante os governos militares, já na década de 1970. Todavia, ainda no início do Século XXI, muitos órgãos do governo federal brasileiro continuam sediados na cidade do Rio de Janeiro. Um fato que mostra o impacto provocado pelo modernismo da cidade recém construída foi a frase dita pelo cosmonauta Yuri Gagarin, primeiro homem a viajar para o espaço, que ao visitar Brasília em 1961, disse: "Tenho a impressão de que estou desembarcando num planeta diferente, não na Terra".

Alguns dos fatores que mais influenciaram a transferência da capital foram a segurança nacional, pois acreditava-se que com a capital no litoral ela estava vulnerável a ataques estrangeiros (argumento militar-estratégico que teve como precursor Hipólito José da Costa), e uma interiorização do povoamento e do desenvolvimento e integração nacional, já que devido a fatores econômicos e históricos a população brasileira concentrou-se na faixa litorânea, ficando o interior do país pouco povoado. Assim a transferência da capital para o interior forçaria o deslocamento de um contingente populacional e a abertura de rodovias, ligando a capital às diversas regiões do país, o que levaria a uma maior integração econômica.
Planejada para ter uma população de 600 mil habitantes no ano 2000, a população do Distrito Federal já atingia os 2,6 milhões de habitantes em 2009. Brasília, considerando-se todo o Distrito Federal, atualmente é a quarta capital mais populosa do Brasil.
Goiás ...

Com quase seis milhões de habitantes é o estado mais populoso do Centro-Oeste e o nono mais rico do país.

O topônimo Goiás (anteriormente, Goyaz) tem origem na denominação de uma comunidade indígena. O termo original parece ter sido Guaiá, forma composta de Gua e iá, a qual significa "indivíduo igual", "pessoas de mesma origem".

A composição da economia do estado de Goiás esta baseada na produção agrícola, na pecuária, no comércio e nas indústrias de mineração, alimentícia, de confecções, mobiliaria, metalurgia e madeireira. Agropecuária é a atividade mais explorada no estado.

Muitos são os nomes que se destacaram e ainda projetam nas artes em Goiás.

Na escultura sacra: José Joaquim da Veiga Vale além de escultor, exímio pintor, seu filho Henrique da Veiga Vale e Cincinato Da Mota Pedreira, deixou trabalhos no Palácio do Conde dos Arcos.

Na escultura: Maria Guihermina, Ana Maria Pacheco, Dina Gogolli, Divino Jorge, Loures, Damiani, Elifas, Antonio Ponteiro,Asta Vivacqua Demachki.
Na cerâmica: Divino Jorge, Antônio Poteiro, Sousa Neto, Elifas, José Rodrigues e Loures.

Nas letras: Muitos são os escritores goianos com projeção nacional e até no exterior. Dentre ele estão Aninha Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, conhecida como Cora Coralina; Bernardo Elis, Waldomiro Bariani Ortêncio,Modesto Gomes, Regina Lacerda, Domingos Felix de Sousa, Carmo Bernardes, Anatole Ramos, Eli Brasiliense, Nely Alves de Almeida, Basilieu de Toledo França, Maria Helena Chein, Miguel Jorge, Marieta Teles Machado,Ieda Schmaltz, Rosarita Fleury.
Na música: Bruno e Marrone, Zezé Di Camargo e Luciano, Wanessa Camargo, Leandro e Leonardo, Guilherme e Santiago , Chrystian e Ralf, Marcelo Barra e Jorge e Mateus.
Mato Grosso ...

Com mais de 2.800.000 habitantes, é o 19º estado mais populoso do Brasil.

O Mato Grosso ocupa uma área de 903.357 km² do território brasileiro e localiza-se a oeste do Meridiano de Greenwich e a sul da Linha do Equador, tendo fuso horário -4 horas em relação a hora mundial GMT. No Brasil, o estado faz parte da região Centro-Oeste, fazendo fronteiras com os estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Pará, Amazonas, Rondônia,Tocantins, além de um país, a Bolívia. A capital (Cuiabá) está localizada a 15º35'55.36" lat. e 56º05'47.25" long., sendo conhecida, por isso mesmo, como coração da América do Sul.
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é uma unidade de conservação brasileira, situada no Estado de Mato Grosso, no município de Chapada dos Guimarães e Cuiabá, que recebeu a guarida federal através do Decreto 97.656, de 12 de abril de 1989. Possui uma área total de 33 mil hectares.

Mato Grosso do Sul

Com uma população de 2.360.498 habitantes, é o 21º estado mais populoso do país.

O estado constituía a parte meridional do estado do Mato Grosso, do qual foi desmembrado por lei complementar de 11 de outubro de 1977 e instalado em 1 de janeiro de 1979, porém a história e a colonização da região, onde hoje está a unidade federativa, é bastante antiga remontando ao período colonial antes do Tratado de Madri, em 1750, quando passou a integrar a coroa portuguesa.

Durante o século XVII, foram instaladas duas reduções jesuíticas, Santo Inácio de Caaguaçu e Santa Maria da Fe do Taré, entre os índios Guarani na região, então conhecida como Itatim. Uma parte do antigo estado estava localizado dentro da Amazônia legal, cuja área, que antes ia até o paralelo 16, estendeu-se mais para o sul, a fim de beneficiar com seus incentivos fiscais a nova unidade da federação. Historicamente vinculado à região Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul teve na pecuária, na extração vegetal e mineral e na agricultura, as bases de um acelerado desenvolvimento iniciado no século XIX
.

Pantanal

O Complexo do Pantanal, ou simplesmente Pantanal, é um bioma constituído principalmente por uma savana estépica, alagada em sua maior parte, com 250 mil km² de extensão, altitude média de 100 metros, situado no sul de Mato Grosso e no noroeste de Mato Grosso do Sul, além de também englobar o norte do Paraguai e leste da Bolívia (que é chamado de chaco boliviano), considerado pela UNESCO Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera.

As principais atividades econômicas do Pantanal estão ligadas à criação de gado bovino, que é facilitada pelos pastos naturais e pela água levemente salgada da região, ideal para esses animais. Para peões, fazendeiros e coureiros, o cavalo é um dos principais meios de transporte. Os pescadores, que buscam nos rios sua fonte de sustento e alimentação. Há também, uma pequena população indígena ribeirinha.

  Rio do Papagaio - Cachoeira Pubi
Crédito: SusiLL

  Salto Lindo - Rio Sacre
Crédito: Cavallari
Toda semana abordaremos algumas regiões brasileiras.

Fonte: SkyscraperCity
 
    

1 comentários:

jhonatan on maio 04, 2010 disse...

NOSSA NEI SABIA QUE TIA ESSES ANIMAIS

Postar um comentário

A sua opinião é muito importante...

 

Blogroll

Desmatamento leva a extinção de espécies.

Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento! http://www.poupetempo.com.br Este site trás informações para se adotar um animal.

O Reino dos Bichos Copyright © 2009 WoodMag is Designed by Ipietoon for Free Blogger Template