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domingo, 1 de agosto de 2010

Bromélias

 Dentro de seu tanque ela pode abrigar animais como insetos, sapos, rãs, além de algas, e seres decompositores como bactérias e fungos.


Bromeliaceae Juss. é, segundo o sistema APG II de 2003, uma família de plantas floríferas pertencente à ordem Poales, representada pelas bromélias (Bromelia sp.).
São quase exclusivamente originárias das Américas, principalmente das florestas tropicais, com apenas um gênero originário da costa da África Ocidental, no Golfo da Guiné. São aproximadamente 1.400 espécies em 57 gêneros. O gênero Ananas é muito cultivado na América do Sul para se produzir a fruta abacaxi. O gênero Bromelia é cultivado em todo mundo para o paisagismo de jardins.
As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentam infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato.
Estudos mostram que algumas se desenvolvem bem em substrato de fibra de coco e esterco bovino em quantidades iguais ( Vriesia e Neoregelia).
Mas pode também ser uma mistura de terra comum de canteiro com casca de arroz carbonizada, na proporção de 1:1. Mas testes efetuados para uma mistura mais completa, chegaram a: terra 25% + Areia 25% + Húmus de minhoca 25% + pó de cascas (fibra de coco, casca de pinheiro e serragem decomposta ou casca de acácia).
erra, areia, húmus de minhoca e pó de fibras de coco ou casca de pinus decomposta é outra receita que dá certo.


As cascas devem ser em pequenos pedaços, é preciso deixar de molho em água para diluir os compostos fenólicos que podem prejudicar as plantas.
Para os gêneros Dyckia e Orthophytum adicionar mais areia.
Bromélias epífitas como as do gênero Tillandsia não usam substrato.
O substrato que melhor apresenta resultados para a propagação de sementes é a casca de arroz carbonizada pela sua boa drenagem.
É um produto oriundo do beneficiamento do arroz e encontrado em regiões de produçao deste cereal. Pode ser adquirido in natura e queimado dentro de latas em combustão incompleta.
Para regiões que não tenham este tipo de material pode ser usada a vermiculita.
A casca de coco é um substrato usado há pouco tempo, oriundo da indústria de beneficiamento do coco.
É um produto que deve ser lavado muitas vezes para retirada de composto tóxicos para as plantas.
Deixe de molho em água limpa e troque todos os dias durante uma semana. Depois, pode deixar secar e empregar. 

Aspecto e folhas

São ervas xerófitas ou epífitas, com caule reduzido, às vezes são acaules, e têm raizes pouco desenvolvidas. A reprodução é geralmente vegetativa por brotos laterais, mas também se dá por sementes. Espécies cultivadas como o gênero Ananas raramente produzem sementes. As folhas muitas vezes apresentam adaptações para o clima árido, são carnosas, fibrosas, rosuladas ou espiraladas. Em geral apresentam uma dilatação na base, em forma de concha, formando um reservatório de água de chuva, orvalho, poeira e outras substâncias que podem ser assimiladas pelas escamas, o que substitui em parte a escassez de raizes. Abaixo da epiderme há um tecido aquífero.

 Flores

 

Andróginas ou unissexuais, trímeras, actino ou zigomorfas, heteroclamídeas, com sépalas coriáceas e pétalas vivamente coloridas. Androceu com 6 estames, em 2 séries de 3. Ovário súpero ou ínfero, trilocular e multiovulado. Inflorescências com brácteas coloridas.
As bromélias, quando estão diretamente sobre costões rochosos, atuam como plantas pioneiras, colonizando este ambiente que se encontra em um estágio sucessional primário, ou seja, formam, com seu enraizamento, um proto-solo que pode ser utilizado em estágios sucessionas mais avançados.

Frutos

Isolados, do tipo baga ou cápsula. No caso abacaxi (Ananas sp.) são inflorescências denominadas serose, no qual as flores se reúnem numa espiga densa, de eixo carnoso. As pétalas desprendem-se após a floração, mas as sépalas, são persistentes e tornam-se carnosas e, junto com os ovários e os eixos florais também carnosos, formam uma estrutura única que é o "fruto" do abacaxi.
Estágio sucessional  a colonização do ambiente pelas plantas segue diferentes etapas, onde as pioneiras começam a formar um solo que um dia terá condições de suportar plantas de grande porte. Durante esse processo, há uma intensa mudança na paisagem, pois as plantas, geralmente menores, são substituídas por de maior porte com o passar do tempo, até a formação de uma mata. Essas diferentes etapas são os estágios sucessionais.
A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies. 
A diversidade é grande também com relação às regiões climáticas onde as bromélias podem se adaptar: desde o litoral até a floresta de altitude, passando por climas secos aos mais úmidos sempre é possível encontra as bromélias, especialmente no Brasil e América do sul.
As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. 
As bromélias têm atualmente uma grande importância no mercado de ornamentais.
Da época do extrativismo desenfreado e predatório evoluiu-se para a produção através de sementes, gerando híbridos, propagação vegetativa até a novidade mais recente, o cultivo in vitro.
A produção de bromélias é uma atividade rentável e a qualidade das mudas produzidas em viveiros tem superioridade em relação às que são oriundas de coletas predatórias.
Nos jardins sobre as árvores, no chão formando conjuntos, em vasos, as bromélias fazem hoje parte do paisagismo tropical e é difícil encontrar projetos que não incluam estas plantas.
As bromélias são plantas herbáceas de folhas ora largas ora estreitas, lisas ou serrilhadas, por vezes com espinhos, de cor verde, vermelhas, vinho, variegadas, com manchas, listras e pintas. 

As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros - que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais. Gêneros diferentes requerem diferentes variações de luminosidade, rega e substrato. No cultivo, os gêneros mais comuns são:
•AECHMEA
•BILLBERGIA
•CRYPTANTHUS
•DYCKIA
•GUZMANIA
•NEOREGELIA
•NIDULARIUM
•TILLANDSIA
•VRIESEA
A maioria das bromélias podem ser plantadas em vasos, mas podemos mantê-las sobre troncos ou xaxim. As Tillandsias, de folhas acinzentadas, não se adaptam ao plantio em vasos, preferindo os troncos.Vriesia splendens
As bromélias crescem em quase todos os solos, levemente ácidos, bem drenados, não compactados e que propiciem condições de bom desenvolvimento para o sistema radicular. O substrato deve ter partes iguais de areia grossa ou pedriscos, musgo seco (esfagno) ou xaxim e turfa, ou mesmo húmus de minhoca. O importante é que a mistura possibilite uma rápida drenagem. Cryptanthus e Dyckias crescem bem no mesmo tipo de mistura, acrescentando-se, ainda, uma parte de terra ou folhas secas moídas.

Algumas regras para o plantio correto:
1. Não enterre demais as bromélias, mantenha a base das folhas acima do solo.
2. Não use um vaso muito grande, pois há perigo de umidade excessiva nas raízes.
3. Não permita que a planta fique "balançando", fixe-a bem, pois isto poderá danificar o tenro desenvolvimento das novas raízes. Estaqueie a planta se necessário, até que as raízes estejam bem desenvolvidas.
4. Coloque sempre uma boa camada de cacos de telha ou pedriscos no vaso, que deve ser sempre furado nas laterais ou no fundo.
Guzmania lingulata
REGAS
As bromélias gostam de ter suas raízes molhadas, mas sempre de forma bastante moderada, o mais importante é molhar as folhas e manter sempre o tanque central com água. Quando a temperatura ambiente estiver muito alta, borrife com água as folhas, mas nunca sob luz solar direta e nas horas mais quentes do dia. Plantas de folhas macias apreciam ambiente mais úmido do que plantas de folhas rígidas.


LUMINOSIDADE
Bastante claridade em luz difusa é a condição preferida pela maioria das bromélias. Em geral, plantas com folhas rígidas, estreitas e espinhentas, tal como folhas de cor cinza-esverdeada, cinza, avermelhada ou prateada, gostam de maior luminosidade durante maior período de tempo, em alguns casos até mesmo sol pleno. Plantas de folhas macias, de cor verde ou verde-escura, apreciam locais com menor intensidade de luz, mas nunca um local escuro. As Nidulariuns requerem pouca luz, enquanto as Neoregelias se encontram no outro extremo. O intenso e atraente vermelho translúcido encontrado em muitas Neoregelias desaparece quando a planta é transferida para um local de menor luminosidade.
Como sintomas de pouca luminosidade, as plantas apresentam folhas escuras ou pobres em cor, freqüentemente macias, caídas e bem mais longas que o normal (estioladas). Como sintomas de excesso de luz, temos folhas amareladas, com manchas esbranquiçadas, ressecadas e até com verdadeiras queimaduras.

Aechmea fasciata
ADUBAÇÃO
As bromélias devem ser adubadas com muito critério. São extremamente sensíveis e absorvem os nutrientes com muita facilidade pelas folhas. Use um adubo químico de boa qualidade. Adube semanalmente durante os meses de maior intensidade de luz e calor (de agosto a abril). A relação NPK de 2-1-4 com traços de Magnésio parece ser ideal. O Boro (Bo) deve ser evitado por causar queimaduras nas pontas das folhas, o que também ocorre no caso do excesso de Fósforo (P). Cuidado com o Cobre (Cu) que, mesmo em muitas pequenas quantidades, mata a planta. A quantidade de adubo foliar recomendada é de 0,5 g/litro de água usada em aspersão, de qualquer forma nunca supere 2 g/litro.


TEMPERATURA E UMIDADE
As bromélias são plantas tipicamente tropicais, portanto, a maioria aprecia temperaturas elevadas e bons índices de umidade associados a local muito ventilado. As Guzmanias são as que menos apreciam temperaturas altas, e as Tillandsias as mais exigentes em arejamento, enquanto Vrieseas e Nidulariuns gostam de locais com bastante umidade.


PRAGAS E DOENÇAS
As bromélias, apesar de muito resistentes, são suscetíveis a pragas, fungos e doenças como todas as plantas, porém são muito sensíveis a fungicidas e inseticidas, pois absorvem esses produtos facilmente com seu metabolismo. Para combater cochonilhas e pulgões, utilize uma solução de fumo diluída em água. Retire as pragas com uma escova de dentes. Para combater os fungos, utilize uma esponja macia e úmida, com sabão de coco dissolvido em água. Nunca utilize fungicidas à base de Cobre, como a calda bordalesa - lembre-se que o Cobre mata as bromélias. As bromélias são, com freqüência, atacadas por lesmas e lagartas. Tente elimina-las manualmente. Caso necessite aplicar algum inseticida, o mais tolerado é o Malatol, cuja dissolução deve ser feita pela metade do indicado na embalagem.
Lembre-se que a principal causa do ataque de pragas é o desequilíbrio ecológico. Convém lembrar, ainda, que as bromélias são plantas extremamente sensíveis ao ar enfumaçado ou poluído, pois absorvem elementos nocivos, depositados na água do cálice.



As bromélias florescem somente uma vez durante seu tempo de vida. Após a floração, a planta geralmente desenvolve uma brotação lateral que substituirá a planta que irá morrer. As bromélias atingem a maturidade e florescem em diferentes idades - de meses a dezenas de anos, dependendo da espécie e condições do ambiente, respeitando sempre uma determinada época do ano. Muitas vezes, uma planta não floresce em razão da falta de luminosidade ou outro fator ambiental como, por exemplo, a temperatura. Por outro lado, uma brusca mudança do ambiente pode provocar a floração numa planta adulta. A planta sente-se ameaçada e o instinto de preservação da espécie desencadeia a floração com a finalidade de gerar sementes e brotos laterais: tudo isso para assegurar a sua preservação.
Dependendo da espécie, algumas plantas apresentam inflorescência extremamente exuberante, podendo ser de longa duração. Algumas duram meses, como Aechmea fasciata e a Guzmania denise, outras são breves, duram dias, como muitas das Billbergias.

O tanque que algumas bromélias desenvolvem no imbricamento de suas folhas NÃO É UMA POÇA D'ÁGUA. Ela é SIM, UM POÇO DE VIDA. A diferença é que uma poça d'água (pratinhos, pneus, garrafas e plásticos), ainda que possa abrigar ocasionalmente algumas formas de vida, é uma água parada, um ambiente inerte.
O tanque da bromélia, contudo, é uma estrutura vital da planta e assim como os intestinos dos animais, abriga Muitas formas de vida, das quais ela depende para se nutrir e sobreviver.
A POÇA D'ÁGUA: Armazenada ao acaso, a água da chuva passa a ser rapidamente colonizada pelos organismos menos especializados. Em ecologia, chama-se isso eutroficação. A partir de alguns poucos nutrientes, surgem determinadas algas e bactérias (POUCAS ESPÉCIES, ALGUMA QUANTIDADE). Em poucos dias, aparecem as larvas dos mosquitos, entre eles, o Aedes aegypti. Essa fase dura pouco. A água se turvará, se não chover, ou secará.
O TANQUE DA BROMÉLIA: As bromélias tanque-dependentes começam a guardar água antes de seu primeiro ano de vida. Essa água , protegida pelo ambiente das folhas, se transforma num pequeno mas rico ecossistema em muito pouco tempo. POUCA ÁGUA SE EVAPORA DAÍ, MUITA É CONTINUAMENTE ABSORVIDA PELA PLANTA, suprindo-a com nutrientes e evaporando pela superfície da folha. A sucessão de formas de vida é muito intensa e o resultado é uma CALDA repleta de organismos (MUITAS ESPÉCIES, GRANDE QUANTIDADE) que competem entre si, numa cruenta interdependência ecológica.
O Aedes aegypti - Muitos colecionadores ficaram alvoroçados com a ameaça do dengue e passaram a monitorar de forma obsessiva suas plantas. O resultado foi surpreendente: PRATICAMENTE NÃO FORAM ENCONTRADAS LARVAS DE AEDES AEGYPTI. Mesmo aqueles que não aplicavam inseticidas, não encontravam larvas do Aedes aegypti em suas plantas. Coleções grandes e, especialmente aquelas situadas próximo às florestas, não acusavam a presença do mosquito e, quando eram encontradas larvas, pertenciam a mosquitos dos gêneros Culex e Anopheles , nativos de nossa fauna.
CONCLUSÃO: Habitado por um vigoroso pool de formas nativas de vida e sujeito à constante substituição biológica de suas águas, O POÇO DE VIDA DAS BROMÉLIAS NÃO É CRIADOURO ADEQUADO PARA O AEDES AEGYPTI, UM MOSQUITO EXÓTICO. As águas paradas das poças (pratinhos, pneus, vidros e garrafas), com ecologia mais pobre, são o local ideal para a proliferação do mosquito do dengue.

As bromélias não são criadouros preferenciais. Mas, com o avanço da moléstia, à mercê de um enorme descuido das autoridades de saúde, a ordem agora é enfrentar o mosquito e não deixar que as bromélias sejam estigmatizadas e transformadas em bodes expiatórios. Nesses dias em que a dengue fugiu ao controle, ninguém deve correr riscos.  Vamos continuar tendo nossas bromélias, como é de direito de todos, mas sempre com a máxima responsabilidade.
Para pessoas que possuem poucas plantas em casa ou no apartamento:

- Deverão ter sua água trocada pelo menos duas ou três vezes por semana. A água deverá ser entornada sobre a terra ou longe dos ralos;

- Regar as plantas com uma calda de fumo (fumo de rolo ou de cigarro colocado em dois litros d'água de um dia para outro ou fervido) ou com solução de água sanitária (uma colher de chá de sanitária para um litro d'água) duas vezes por semana;

- Também se recomenda a aspersão de todo o ambiente onde as plantas estão com inseticida aerosol piretróide com propelente à base de água (evitar aqueles com querosene) duas vezes por semana;

- Se possível, utilizar todas essas medidas em conjunto para segurança total.
IMPORTANTE: Para acabarmos com o mosquito, o controle deverá ser permanente, quebrando o ciclo do mosquito. Os ovos do Aedes aegypti ficam viáveis por até 400 dias e, com isso, se não houver atenção até o ano que vem, ele retornará ainda pior em todos os focos conhecidos.
A manutenção dos jardins e espaços públicos é responsabilidade do Estado ou do Município, a quem cabe decidir os produtos e técnicas a serem utilizados. Sabemos hoje que o combate a esses focos é possível e não obriga à destruição de plantas de qualquer natureza que são patrimônio público, ou seja, da população. A legislação ambiental protege as bromélias da natureza porque reconhece a sua importância nos ecossistemas. É crime ambiental, inafiançável, extrair ou destruir bromélias dos ambientes naturais!

 Taxonomia

 Sistema de Cronquist (1981 - 1988)

Classifica a família na classe Liliopsida, subclasse Zingiberidae, ordem Bromeliales com 12 gêneros.
  • Aechmea, Ananas, Billbergia, Bromelia, Catopsis, Dyckia, Guzmania, Hechtia, Hohenbergia, Pitcairnia, Tillandsia, Vriesea

Sistema APG (1998)

Classifica a família no grupo Comelinóides, com 58 gêneros, porém em nenhuma ordem botânica.

 Sistema APG II (2003)

Classifica a família na ordem Poales com 57 gêneros
  • Subfamília Bromelioideae
    • Aechmea Ruiz & Pav.
    • Ananas Mill.
    • Andrea Mez
    • Androlepis Brongn ex Houllet
    • Araeococcus Brongn
    • Billbergia Thunb.
    • Bromelia L.
    • Canistropsis ( Mez ) Leme
    • Canistrum E.Morren
    • Cryptanthus Otto & A.Dietr.
    • Deinacanthon Mez
    • Disteganthus Lem.
    • Edmundoa Leme
    • Fascicularia Mez
    • Fernseea Baker
    • Greigia Regel
    • Hohenbergia Schult.f.
    • Hohenbergiopsis L.B.Sm. & Read
    • Neoglaziovia Mez
    • Neoregelia L.B.Sm.
    • Nidularium Lem.
    • Ochagavia Phil.
    • Orthophytum Beer
    • Portea K. Koch
    • Pseudaechmea L.B.Sm. & Read
    • Pseudananas Hassl. ex Harms
    • Quesnelia Gaudich.
    • Ronnbergia E.Morren & Andre
    • Ursulaea R.W.Read & H.U.Baensch
    • Wittrockia Lindm.
  • Subfamília Pitcairnioideae
    • Acanthostachys Klotzsch
    • Ayensua L.B.Sm.
    • Brewcaria L.B.Sm., Steyerm. & H.Rob
    • Brocchinia Schult.f.
    • Connellia N.E.Br.
    • Cottendorfia Schult.f.
    • Deuterocohnia Mez
    • Dyckia Schult.f.
    • Encholirium Mart. ex Schult.f.
    • Fosterella L.B.Sm.
    • Hechtia Klotzsch
    • Lindmania Mez
    • Lymania Read
    • Navia Schult.f.
    • Pepinia Brongn. ex Andre
    • Pitcairnia L'Her.
    • Puya Molina
    • Steyerbromelia L.B.Sm
  • Subfamília Tillandsioideae
    • Alcantarea Harms
    • Catopsis Griseb.
    • Glomeropitcairnia Mez
    • Guzmania Ruiz & Pav.
    • Mezobromelia L.B.Sm
    • Racinaea M.A.Spencer & L.B.Sm.
    • Tillandsia L.
    • Vriesea Lindl.
    • Werauhia J.R.Grant
 Fonte: Sociedade Brasileira de Bromélias/wikipédia/Jardim de flores/Faz Facil/Biologo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

Simplesmente maravilhosas. Adorei.

Maria Eduarda Pardim on maio 17, 2016 disse...


Olá, parabéns pelo blog!
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